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sexta-feira, 3 de julho de 2015

MUSEU DE CIÊNCIAS NATURAIS

HISTÓRICO

O museu de Ciências Naturais (MCN) da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais foi inaugurado em Julho de 1983. Foi criado para ser um espaço interdisciplinar da Universidade a serviço da comunidade. O museu funcionou durante 15 anos em um pequeno espaço adaptado, no departamento de Ciências Biológicas. Um novo prédio foi construído em 1998, para abrigar o acervo já existente em lugar apropriado às atividades científicas, educativas, culturais e de extensão. O projeto abrange 10.000m² na construção do novo prédio, sendo que 4,500m² já foram construídos, principalmente para as áreas de exposição permanente e laboratórios, destinados a coleções, reserva técnica e pesquisas administrativas. Em Agosto de 2002 o museu abriu suas exposições ao público. O MCN é filiado ao ICOM (Conselho Internacional de Museus, associado à UNESCO) e a ABCMC (Associação Brasileira de Centros e Museus de Ciências).

OBJETIVO

O MCN tem como missão servir a comunidade acadêmica da PUC Minas com o seu espaço diferenciado e interdisciplinar. O museu é aberto aos visitantes interessados pelas ciências naturais, por meio da apresentação de exposições, educação e pesquisa. Seus objetivos são: desenvolver pesquisas em ciências naturais; proporcionar uma experiência educativa para os visitantes; promover eventos culturais e oportunidades para o público; preservar os patrimônios naturais, históricos e culturais do Brasil.

INFORMAÇÕES GERAIS

O MCN é de fácil acesso, ele conta com uma grande quantidade de placas de indicação turística espalhadas pela cidade que vão conduzindo o visitante até o local.

Localização
Está localizado na cidade de Belo Horizonte, no bairro Coração Eucarístico, situado na Av. Dom José Gaspar nº 290. CEP: 30.535-610.

Como chegar ao museu
Há diversas linhas que podem levar a população de Belo Horizonte e região metropolitana até o museu, são eles: 5401 (São Luiz/ Dom Cabra); 9410 (Sagrada Família/ Coração Eucarístico); 4111(Dom Cabral/ Anchieta); 4110 (Dom Cabral/ Santa Maria); 403 (Gameleira/ CEFET); 21 (PUC/ BH Shopping). Além do metrô estação Gameleira, existe uma frota de táxi bem em frente à faculdade.

Contatos
O MCN atende ao público pelos telefones: geral (31) 3319-4152, fax:(31) 3319-4993; E-mail: museu@ pucminas.br; Setor de Educação: (31) 3319-4520; E-mail : mcn.educação@pucminas.br.

Horários de funcionamento
Os horários de visitação são: 3ª,4ª a 6ª feira: 8:30 às 17:00 h; Quintas-feiras:13:00 às 21:00h; Sábados e feriados: 10:00 às 18:00h. As excursões escolares devem ser agendadas no setor de educação. Os ingressos em preços promocionais são de R$ 3,00, com um desconto para as escolas públicas e instituições filantrópicas.

Estacionamento
O MCN tem um estacionamento próprio para seus funcionários. Os excursionistas e visitantes do museu devem estacionar do lado de fora do museu ou em uma vaga dentro do estacionamento da própria faculdade.

Espaço para portadores de necessidades especiais
Há um espaço adaptado para usuários de cadeira de rodas, com rampas e elevadores. Tem o seu uso restrito a funcionários, gestantes, idosos e deficientes físicos.

INFRA- ESTRUTURA

Logo na entrada do museu existe um guarda volumes, onde o visitante recebe um número de identificação dos seus objetos, com o desenho do símbolo do museu, de forma bem atrativa para o público infanto-juvenil. No mesmo ambiente da entrada, ainda existe uma exposição de fotos de plantas, feitas por biólogos durante as suas pesquisas. As visitas são monitoradas por funcionários e por alunos estagiários dos cursos de Pedagogia, História, Geografia, Turismo e Ciências biológicas. Eles são selecionados e treinados para atender ao público, passando orientação sobre as medidas de segurança dentro do museu, informações sobre o acervo e realizam trabalho na área do lazer cultural com as crianças.
No segundo andar um dispositivo eletrônico de multimídia que permite ampliar o conhecimento dos visitantes sobre o tigre, porco, capivara dentre outros. Esse dispositivo informa os hábitos, aparência e a estrutura óssea do esqueleto da cabeça do animal, em 3 dimensão, demonstrando o movimento da mandíbula.
Do lado externo do museu foi construído um jardim, com o objetivo de atrair borboletas de forma natural, para que haja a polinização das flores e as borboletas se proliferem no ambiente, sem que sejam presas, como em um borboletário. Na mesma área externa, são feitas as replicas de vertebrados voadores por um artista plástico que usa materiais químicos, massa importada, dentre outros produtos fazendo deste modo os  moldes dele. O artista trabalha em uma pequena casa próxima ao jardim e ao mini teatro de arena, onde as crianças recebem as oficinas de balão e de artes.



Próximo ao jardim das borboletas, foi adaptado um espaço onde as crianças podem lanchar, enquanto descansam da caminhada. este local é provisório no museu, existe um projeto de ampliação do MCN assim poderá atender melhor a comunidade e as excursões escolares. Serão construídas: lanchonete, auditório e espaço para as exposições, uma vez que a sala próximo à entrada foi adaptado para receber as escolas e passar as informações necessárias.
Os ambientes que separam as exposições foram desenhados e planejados por artistas plásticos e biólogos que trabalham no museu. Foram usados na construção das divisórias que fazem a separação dos ambientes, materiais reciclados como papel e metal, buscando trazer um contato mais próximo e real do meio com o visitante.  A exposição da água foi climatizada com um som de baleia e águas, dando a impressão de se estar no fundo do mar.
            O museu tem uma equipe especializada composta por 18 profissionais da área técnica e 8 da área administrativa. Existe a oportunidade de estágios para os alunos de graduação da PUC Minas, nos cursos de Ciências Biológicas, Exatas, Humanas e Sociais. No momento são 30 estagiários bolsistas e 40 voluntários, que atuam como monitores para visitantes, com atividades educativas e de pesquisa, e em projetos de diversas áreas. Durante toda visita os monitores dão explicações sobre todos os aspectos e curiosidades das obras expostas. Eles são uniformizados para uma melhor identificação para os visitantes. Existem bebedouros e banheiros bem distribuídos entre os andares, com banheiros adaptação para deficientes que usam cadeiras de rodas.
Os laboratórios da reserva técnica de Paleontologia, onde ficam os originais, são disponibilizados para pesquisas de estudantes de biologia e profissionais da área. È o local onde as réplicas são montadas antes de serem colocadas no museu. As salas dos laboratórios são adaptadas com a temperatura adequada para conservar as peles dos animais, assim não a perda dos pelos  e nem desidratação da pele quando forem montadas para a exposição. Estas peles são doações vindas do zoológico e do IBAMA, quando são apreendidas ou quando os animais morrem. Nos casos de animais mortos que chegam ao museu, os biólogos, responsáveis pela montagem, fazem a extração da pele do animal e os procedimentos necessários para a sua conservação.
A reserva técnica também recebe grupos de pesquisadores que doam materiais fosseis, realizados durante suas pesquisas.  Existem outros laboratórios de reservas técnicas dentro do museu, tais como: Mastozoologia, Ornitologia, Herpetologia. Eles são de tamanho menor, porém com a mesma importância.
Durante a pesquisa realizada no MCN, o grupo pode observar algumas pequenas deficiências, para serem revistas na nova execução e ampliação do projeto: em relação aos animais empalhados, expostos no museu. É necessário que haja uma entrada de ar para ventilar na exposição onde eles estão. Sobre o acesso de portadores de necessidades especiais, os cegos ainda não foram incluídos, pois, não há uma forma de leitura em braile para eles ou qualquer forma de apreciar as peças expostas. A entrada da caverna ainda não foi adaptada para o uso de cadeirantes, pois é muito estreita.

ACERVO

O MCN abriga um importante acervo de zoologia. Guarda a maior coleção de Paleontologia (fósseis) descoberta de mamíferos do Pleistoceno da América do sul, possui aproximadamente 60.000 peças, com fósseis de animais e plantas extintos há cerca de 11.000 anos; animais empalhados da fauna brasileira; Objetos pertencentes ao naturalista Peter W. Lund; esqueleto de alguns mamíferos ainda existentes como elefante e baleia. Há uma exposição de conchas, Ouriço-cacheiro e artesanato com matéria prima marinha; a representação de uma caverna e do cerrado, sobre o olhar de Guimarães Rosa.
Alguns esqueletos montados são replicas, pois os originais estão guardados na reserva técnica, isto se deve a cuidados de conservação no processo de montagem que ao ser realizada nos originais danificariam as peças.
O prédio tem aproximadamente 4.500 m² de área construída e preparada para receber 1000 visitantes por dia. Este espaço conta com salas de exposições das coleções científicas de: Herpetologia (ramo da biologia que estuda os répteis e os anfíbios); Ornitologia (estuda as aves), mastozoologia (ramo da zoologia que estuda os mamíferos) e Paleontologia (Ciência que estuda fosseis, resto de seres vivos contidos em rochas sedimentares) (Barsa 1,416). O acervo tem crescido devido aos projetos de levantamento faunístico, de estudos ambientais e de escavações paleontológicas, assim como os convênios e parcerias realizadas com outras instituições.
Tem cerca de 17.000 exemplares, nas coleções neontológicas: plantas, animais invertebrados, peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos atuais.
A exposição permanente é dividida em uma área de 2.500m² em três andares e tem como finalidade educar os visitantes:

1º andar: Era dos Répteis
O tema desta exposição é a dominação dos répteis sobre a terra. Há mais de 65 anos, estes animais pré-históricos se caracterizam por serem os primeiros vertebrados a se tornarem independentes da água, diferentes dos anfíbios não necessitam da água para pôr seus ovos. Eles utilizavam a areia como ninho e incubadora. Estes grupos apresentavam diversidades que permitiam exceto nos pólos, serem encontrados em todos os ambientes da terra.  A exposição começa com o esqueleto de um dinossauro carnívoro (Carnotauro) originário da América do sul, os répteis voadores (Pterossauros), descobertos no Brasil e em outras localidades do mundo e o Jacaré-Gigante (Purussarus brasiliensis), o maior crocodiliano já encontrado.

2º andar: História Natural de Minas Gerais
Logo na entrada desta exposição o museu faz uma homenagem ao naturalista Peter W. Lund, com um cenário onde estão expostos objetos pertencentes a ele, como as primeiras imagens feitas em Minas Gerais, logo após a invenção da máquina fotográfica, a arca onde ele guardava objetos que enviava para a Dinamarca, seu país de origem, além de uma réplica do seu escritório com desenhos de animais. Fazia suas pesquisas, em Lagoa Santa, cidade que hoje abriga um museu com o seu nome, no local onde ele morava.
Foi feita uma réplica de uma caverna, remontando um ambiente com aspectos de sua formação e evolução, possibilitando ao visitante vivenciar e observar as formações de estalactite e estalagmite, e visualizar animais pertencentes a este espaço como corujas, morcegos, ratos, aranhas, lagartixas, peixes albinos, cobras, etc. e poder se relacionar com a fauna e vegetação além de processos de fossilização.
Símbolo do museu, o tatu Gigante (Papatherium Humboldt) –. Escolhido para representar o museu por ser um animal típico da fauna extinta brasileira e pelo fato de ser o fóssil mais completo encontrado até agora e dessa espécie ter sido encontrada pela equipe de pesquisadores de paleontologia da faculdade. A peça é original e tem cerca de 10 mil anos.




Na parte da arqueologia esta exposta à cultura dos homens pré-históricos ancestrais de grande parte dos índios mineiros, com ossadas, cerâmicas, ferramentas e outros objetos.  Nesta exposição está a ossada de Luzia, a mais antiga mineira, que morou no cerrado de Minas Gerais, seu fóssil é o mais antigo das Américas.  0 grupo do qual Luzia fazia parte é conhecido como "Homens de Lagoa Santa",

Luzia era uma mulher baixa, de apenas 1,50 metro de altura. Comparada aos seres humanos atuais, tinha uma compleição física relativamente modesta para seus 20 e poucos anos de idade. Sem residência fixa, perambulava pela região onde hoje está o Aeroporto Internacional de Confins, nos arredores de Belo Horizonte, acompanhada de uma dúzia de parentes. Não sabia plantar um pé de alface sequer e vivia do que a natureza agreste da região lhe oferecia. Na maioria das vezes se contentava com os frutos das árvores baixas e retorcidas, uns coquinhos de palmeira, tubérculos e folhagens. Em ocasiões especiais, dividia com seus companheiros um pedaço de carne de algum animal que conseguiam caçar. Eram tempos difíceis aqueles e Luzia morreu jovem. Foi provavelmente vítima de um acidente, ou do ataque de um animal, e não teve direito nem mesmo a sepultura. 0 corpo ficou jogado numa caverna enquanto o grupo seguia em sua marcha errante pelo cerrado mineiro. Durante 11500 anos, Luzia permaneceu num buraco, coberta por quase 13 metros de detritos minerais. Agora, passados mais de 100 séculos, a mais antiga brasileira esta emergindo das profundezas de sítio arqueológico para a notoriedade do mundo científico.
                                                                                              (VEJA 25 de Agosto 1999)                                                                                      

O Cerrado mineiro é representado sobre o olhar do escritor Guimarães Rosa, no livro Grandes Sertões Veredas. Grande parte do território de Minas Gerais é coberto pelo cerrado, 20% ainda permanecem naturais. Este tema é dividido em três tempos: Manhã, tarde e noite. São demonstrados animais empalhados como o lobo guará, tatu, perdiz, jacaré e onça-pintada.
Todas as informações são passadas pelos monitores, além dos escritos nas placas de identificação das peças, informações nas paredes e um computador equipado com multimídia. As informações são transmitidas de forma clara e com muita criatividade e boa apresentação.

3º andar: Mamíferos do mundo
Neste andar estão representados os mamíferos de forma geral, através de fosseis de Elefantes, mostrando sua evolução, ecologia e sua biologia. Esqueletos de duas espécies atuais (africana e asiática) e o fóssil da espécie mastodonte, encontrado em Minas Gerais, e o esqueleto de Joca, um famoso elefante do zoológico de Belo horizonte.
Diferentes e curiosas modificações que a pele de um Ouriço-cacheiro, pode apresentar na fauna atual. E a exposição de esqueletos da mandíbula de uma Baleia em fase de montagem, as baleias Minke e Cachalote.
            Peixes raros na antiguidade são expostos dentro de quadros compondo uma decoração bem moderna. Os ouriços e conchas também colaboram com a decoração do lugar, que é ambientado com sons de água e baleias.



 RELAÇÕES DO MUSEU COM O PÚBLICO E A COMUNIDADE

O museu apóia projetos que incentivam ao público a visitar o museu, principalmente as crianças, através de um pacote de férias, é possível realizar várias atividades como, o pesquisador mirim aos Sábados onde as crianças podem vivenciar, na área externa, uma simulação de escavações feitas em uma trilha na mata, elas recebem coletes, lupa e binóculos para explorar a “trilha do tatu” e escavar um “sitio paleontológico”. Estas trilhas são realizadas com a presença de biólogos e pedagogos, com trechos que serão adaptados para receber portadores de necessidades especiais. São realizadas orientações para professores fazerem planejamentos da visita  de seus alunos ao museu.
Tem uma programação em algumas atividades em datas comemorativas, como: O dia Mundial da água (22 de março); O dia Mundial do Meio Ambiente (05 de junho); O aniversário do Museu ( 21 de agosto); O dia do Biólogo (03 de setembro); A semana da criança (outubro) e A semana de Ciência e Tecnologia.
O museu se envolve em campanhas sociais como a campanha da fraternidade de 2004. Foi cobrado para entrar no museu 1Kg de alimentos não perecíveis ( óleo, arroz e feijão de preferência). Os visitantes podem fazer parte de uma votação para escolher o nome da mascote do museu: Lineu, Darwin e Pampatu. (o Pamapatério) espécie de tatu gigante.
Na entrada do museu, um grande Tatu feito de material reciclado representa o museu, trazendo a parte artística e criativa para os visitantes. Existe um espaço para exposições temporárias com fotos de naturalistas com temas como: Asas da liberdade do médico e naturalista, Márcio José de Araújo e exposição de Eduardo Parentoni Brettas, com a finalidade de trazer o respeito à natureza. Logo após a inauguração da exposição houve o plantio de mudas no jardim das borboletas.
O museu desenvolve pesquisas na área de zoologia e conservação ambiental. Os projetos são patrocinados por FIP, PROBIC, empresas privadas, instituições de pesquisas governamentais e não governamentais. Desta maneira vêm aumentado à coleção do museu com mamíferos, aves, répteis e anfíbios. O MCN e a PUC Minas tem parcerias com outras faculdades do interior do estado de Minas Gerais e atende as necessidades dos alunos de biologia do interior, que queiram ter uma experiência durante seu período de férias, trabalhando no museu e em seus laboratórios.
Os projetos de pesquisa têm contribuído para a iniciação científica de alunos do curso de ciências biológicas, pois, através destes pode-se participar como estagiários, bolsistas ou voluntários, realizando trabalhos de campo e de laboratório. Os resultados são publicados em artigos científicos, painéis e resumos apresentados em eventos. O museu realiza a exposição itinerante do cerrado em outros lugares, onde são convidados, com, escolas, shoppings e cidades vizinhas da capital mineira, visando  uma interação com a  sociedade.
A área de comunicação do museu disponibiliza informações na Internet, divulgando o museu e os eventos que acontecem nele.

ANÁLISE DA UMA PEÇA

GLIPTODONTE



Doedicurus clavicaudatus(OWEN, 1874).
A princípio tem se a impressão que estamos diante de uma pedra, como uma tartaruga gigante, com uma calda desproporcional ao seu corpo. Tem quase o tamanho de um fusquinha e pelo seu formão arredondado e volumoso a especialidade é horizontal. Seu fóssil tem a cor acinzentada, é um quadrúpede. Observa-se que era um animal muito lento, pelo peso que carregava nas costas. Pelos dentes nota-se que não era um animal perigoso, pois, seus dentes não são pontiagudos e nem muito grandes, como os demais animais de sua época. Esta no mesmo espaço que outros fosseis conhecidos de tatus atuais e também com o original do Tatu símbolo (Papatherium Humboldt), que é a mascote do museu, para que o visitante possa comparar suas diferenças, semelhanças e proporção em relação aos outros. A peça tem uma importância social e cientifica, pois, ela é necessária para estudos de cientista ou educar os leigos sobre o animal, sua característica física e possíveis hábitos  .

O Gliptodonte (Gltptodon clavipes; do latim dente de pedra).
Pertencente a América latina este mamífero media cerca de 3 m de comprimento e pesava cerca de 1,4 Toneladas. Pelo seu peso e tamanho acredita-se que não era muito veloz, mas isto não quer dizer que ele fosse uma presa fácil, pois tinha em sua calda espinhos. Sua rígida carapaça protegia sua carne deste modo o predador, para matá-lo, tinha que virá-lo ao contrário, uma tarefa difícil, devido o seu peso e a sua defesa com a calda. Alimentava-se de plantas, foi extinto devido à escassez de alimento. Pertence a ordem Xenarthra (desdentados) da família Glyptodontidae. É ancestral dos atuais tatus.


FICHA TÉCNICA DO MUSEU

- Coordenação:
Prof. Edeltrudes Maria Valadares Calaça Câmara

- Assessoria de coordenação:
            Maria Tereza Young

- Laboratórios de reserva técnica:
           
Paleontologia:
                        Prof. Dr. Castor Cartelle Guerra (curador e consultor)
                        Prof. Virgínia Simão Aduhid (pesquisadora)
                        Mauro Agostinho Ferreira (paleo-técnico)
Mastozoologia:
                        Prof. Edeltrudes Maria Valadares Calaça Câmara
                        Prof. Leonardo Carvalho Oliveira ( pesquisador)
Ornitologia:
                        Prof. Bruno Gárzon Câmera (curador e pesquisador)
Herpetologia:
                        Prof. Luciana Nascimento ( curadora e pesquisadora)

- Área de Educação:
            Ana Paula Gotchalg Duarte (bióloga)
            Cristiane Casar Coelho
            Letícia Souza lima Guimarães (bióloga)

-Exposições de arte:
            Bruno Machado kraeme (biólogo)
            Marco Aurélio Cerqueira Veloso (biólogo)

BIBLIOGRAFIA:
Museu de ciências naturais da PUC Disponível emn http://dreyfus.ib.usp.br/bio435/bio43597/vanessa/chave/int.htm acesso: 17/08/03

Museu de ciências naturais da PUC Disponível em Museu de ciências naturais da PUC Disponível em http://www.universa.com.br/html/noticia_dentrodocampus_bbici.html, acesso 17/08/06

Museu de ciências naturais da PUC Disponível em http://www.universa.com.br?noticia/materia_clipping_imprimir.jsp?not=30945,  acesso: 17/08/03

Museu de ciências naturais da PUC Disponível em http://www.icbs.pucminas.br/?pag=museu acesso: 17/08/03

Museu de ciências naturais da PUC Disponível em http://www.pucminas.br/museu acesso: 17/08/03

Museu de ciências naturais da PUC Disponível em http://www.pucminas.br/museu/index.php?menu=374&cabecalho-2&lateral=1 acesso: 17/08/03

Museu de ciências naturais da PUC Disponível em Museu de ciências naturais da PUC Disponível em http://www.universia.com.br/html/noticia/noticia_clipping_dajef.html acesso: 17/08/03

Museu de ciências naturais da PUC Disponível em http://www.pucmg.br/pucinforma/materia.php?codigo=127&PHPSESSID-e9a3fd79965. acesso: 17/08/03

Museu de ciências naturais da PUC Disponível em  http://www. hystoria.hpg.ig.com.br/luzia.html, acesso: 17/08/03


Entrevistados:
            - Tomaz de Souza (estudante de Turismo da PUCMinas - 8º período)
            - Marco Aurélio Cerqueira Veloso (biólogo – trabalha na área de montagem do                                                   laboratório Pleistoceno do MCN da PUC Minas e desenvolve                                                 pesquisas  sobre morcegos)                    

            - Marcelo Viana (artista plástico – trabalha no MCN criando replicas de aves)