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segunda-feira, 4 de setembro de 2017

MUSEU DA FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA

Um excelente local para aprender história, especialmente sobre a participação do Brasil na Segunda Guerra mundial, é o Museu da Força expedicionária Brasileira. 

Eu tive a oportunidade de visitar o prédio quando houve um encontro de veteranos. Os relatos desses foram surpreendentes. Primeiro pela dura viagem até a Europa. Segundo, já em terras Italianas, eles tiveram que enfrentar o despreparo com relação ao clima frio, a dificuldade de comunicação pela diferença da língua e os próprios perigos da guerra.

Na Segunda Grande Guerra (1939 – 1945), o Presidente Getúlio Vargas designou que a tropas da Força Expedicionária Brasileira (FEB) fossem encaminhadas à Itália para unir-se as forças aliadas que combatia o nazifascismo. Os soldados brasileiros colaboraram em batalhas consideráveis, como as tomadas de Montese, guarida protegida pelos inimigos. Os pracinhas eram soldados que se encontravam na linha de frente dos combates.

Tais méritos destes combatentes não poderiam ser esquecidos. É por isso que o Museu tem a finalidade de resguardar a participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial.

O Museu da FEB é amparado pela Associação Nacional dos Veteranos da Força Expedicionária Brasileira – ANVFEB. A instituição foi fundada em 1986, mas foi implantada em 1988. O acervo possui inúmeros itens distribuídos em seis salas que rememoram à participação da Força Expedicionária Brasileira na Guerra. Nesse podemos encontrar fotografias, jornais, objetos tridimensionais, armamento e vestuário.




























terça-feira, 15 de agosto de 2017

CATEDRAL NOSSA SENHORA DA BOA VIAGEM - Belo Horizonte



Origem da devoção



O introdutor da devoção à Nossa Senhora da Boa Viagem em Belo Horizonte foi o português Francisco Homem del Rey. Em 1709 ele obteve, através de cartas de sesmarias, autorização da coroa para fixa-se no local onde hoje é Belo Horizonte. Ao instalar na região edificou uma pequena capela de pau a pique em honra de Nossa Senhora da Boa viagem, considerada padroeira dos navegantes. Dentro dessa construção expôs a imagem da santa que havia acompanhado durante a travessia do Oceano Atlântico. 

No período do ciclo do ouro a capela recebeu constantemente tropeiros, que passavam pelo local transportando mercadoria para as vilas. Esses renomearam a santa como Padroeira dos Viajantes. 

A medida que o povoado intitulado Curral D´el Rey expandia, a igreja também recebeu ampliações, sem alterar significamente os traços coloniais. Acredita-se que a maior parte das obras de redecoração do templo tenha ocorrido a partir do ano de 1765. 






A catedral


Com a mudança da capital mineira de Ouro Preto para o Curral Del Rey, a comissão responsável por reconstruir a cidade, recomendou ao governo que demolisse a antiga igreja. Então o presidente do Estado Afonso Pena comunicou a decisão ao bispo prometendo construir um templo novo em estilo Gótico Lombardo. O projeto da igreja foi conferido ao arquiteto Jose Magalhães.


Em 7 de julho de 1921, a Matriz da Boa viagem foi apontada para se transformar na catedral do bispado, através da “Acta Apostólica Sedis” o Bispado de Belo Horizonte passou a integrar 20 municípios. 

No 1922, Dom Antônio dos Santos Cabral assumiu a nova diocese. No dia 8 de dezembro de 1923, ele abençoou à nova catedral que não havia sido finalizada. A consagração ocorreu finalmente em 15 de agosto de 1932. 
 



A matriz antiga tardou a ser demolida, devido à demora da construção da nova. Contudo ela foi destruída no ano de 1925. 


Um dos poucos objetos que sobreviveu a demolição foi um lavabo. Esse foi transformado, 1932, em chafariz pelo arquiteto Dario Renault Coelho. 




















quarta-feira, 5 de julho de 2017

MARKETING

Marketing pode ser definido como um conjunto de atividades corporativas que tem a finalidade de suprir às necessidades dos consumidores para assim permitir a continuidade da empresa e seu crescimento através da obtenção de lucro.

Como são os 5 p do marketing: Product, price, place, promotion.

Produção

Conhecer e definir os pormenores do serviço, os equipamentos, a temporalidade e qualquer outra necessidade da demanda que interfira na decisão de compra. Além do mais deve-se compreender a que mercado está inserido o seu produto.

Preço

Quando se trata de serviços o preço varia de acordo com a sazonalidade. Sendo assim, em determinados períodos, quando a procura cai à receita deve pelo menos garantir o pagamento das despesas, já na demanda alta, ela deve cobrir os custos da operação e contribuir para a rentabilidade do negocio.

O preço também é considerado um instrumento para medir o nível de status almejado pelo que é vendido.

Distribuição (Place)

Consiste no ponto de venda no qual o cliente vai adquirir o serviço. Não necessariamente a praça precisa ser um lugar físico, mas pode ser implantada no virtual através de site.

Para garantir o sucesso é fundamental implantar adequadamente o canal de distribuição em pontos que chame atenção do seu publico alvo.

Promoção

São as ferramentas de propaganda e promoções utilizadas para tornar o produto conhecido no mercado. A promoção tem a finalidade de promover à marca para alcançar o publico almejado.

Segmentação do mercado

Respalda-se na divisão dos consumidores em grupos com necessidades e gostos idênticos. Assim podem-se direcionar os esforços para atingir mais eficazmente está fatia do nicho.


Pesquisa das características dos consumidores

Identificando as características da demanda possibilita o incremento de produtos/ serviços para as pessoas, a mais aceitada forma de se recepcionar, a venda e o entendimento das condições de consumo respectivo.

A pesquisa é realisada de acordo com o objetivo a qual se pretende alcançar, mas geralmente os itens mais levado em conta são renda, idade, naturalização, escolaridade, preferência de diversão, como soube da empresa ou sobre o serviço.

Os dados sobre as características permitem potencializar os investimento em aperfeiçoamento e promoção dos produtos.

Motivações de compra

Elas podem ser iguais em vários seguimentos e deve ser instigada para maximizar a predisposição a compra. Proporcionando desta maneira satisfazer as necessidades dos consumidores.

As motivações apoiam-se na Teoria comportamental de Maslow. Essa determina as necessidades humanas em níveis de exigência. As primarias corresponde a aquilo que é preciso para sobreviver. Seguindo até as que são orientadas pelas busca do prazer.
 
Comunicação no marketing
A comunicação no marketing não restringe apenas aos comerciais e aos folhetos. Ela engloba todas as atividades que permite sua existência no mercado. Por isso também faz parte, a forma como os funcionários são tratados e como eles lidam com os clientes; o ambiente, se é acolhedor ou frio; se os uniformes são adequado e a forma como a empresa lida com a comunidade, etc.

Desde modo podemos afirmar que uma comunicação será viável apenas se obtiver uma identidade e equilíbrio entre os fundamentos que orientam o briefings a as ações de interações entre a empresa e o mercado. 

sexta-feira, 16 de junho de 2017

HISTÓRIA DO JAPÃO – Os quatros hitokiri do Bakumatsu


O período Bakumatsu

Começou em 1853 quando os Estados Unidos da América do Norte obrigou o Japão a abrir seus portos e impôs o processo de ocidentalização. Antes deste evento, o Japão vivia o Sakoku (país acorrentado) que era um regime de isolamento imposto no ano 1639 pelo Shogum Tokugawa Ieyasu.

(Shogum era os senhores feudais da época. No Japão existia a figura do imperador, mas ele não governava. Era apenas um líder cerimonial e religioso).

Esta mudança enfraqueceu o xogunato e provocaram protestos de seguidores do Imperador do Japão. As forças imperiais saíram vitoriosas, dando um fim a uma época dos samurais e xoguns.

Hitokiri

Hitokiri (Retalhador de homens) é a palavra japonesa para designar os homens que trabalhavam como assassinos a mando dos opositores ao Xogunato Tokugawa. Estes quatros guerreiros possuíam uma habilidade admirável com a espada samurai e eram temidos em sua época.

“Além do titulo de hitokiri, os quatros homens eram conhecidos, como” As quatro talhos" ou "A Vingança dos céus contra os inimigos da restauração imperial." A maior parte deles vieram do domínio Chōshū-Satsuma. Esse era considerado anti-Tokugawa.

Kirino Toshiaki (Nakamura Hanjiro) 



Kirino Toshiaki (Dezembro 1838 - 24 de Setembro de 1877) pertencia a classe de samurai do final de período Edo, mas transformou num general do Exército Imperial Japonês no início da era Meiji. Era também chamado de Nakamura Hanjirō.



Sua técnica com a espada era chamada de Ko-Jigen-ryu, uma divisão do estilo Jigen-ryu que era a arte de impunhar a katana em alta velocidade. No decorrer a Guerra Boshin, comandava as forças de Satsuma, alem de ter sido um oficial do novo Exército Imperial. Kirino representou exército imperial na rendição do Castelo de Wakamatsu, directamente de Matsudaira Katamori, o senhor de Aizu .



Kirino foi general de brigada, nos primeiros anos do Exército Imperial Japonês. Contudo aliou-se às forças de Saigo Takamoridurante na Rebelião de Satsuma .



Kirino manteve a aliança com Saigō até ser assassinado no fim da rebelião.



A esposa de Kirino Toshiaki, Hisa, era uma talentosa praticante de marcial como é representado em varias pinturas contemporâneos que retrataram a revolta. Participou também da rebelião, mas conseguiu sobreviver. Morreu no ano de 1920.



Tanaka Shimbe 




Shimbe Tanaka (03 de março de 1832 - 11 de julho de 1863) Prestou seus serviços de hitokiri para Takechi Hanpeita, o líder dos partidários de Tosa que tentou derrotar o shogunato Tokugawa e assim entregar o poder nas mãos do imperador do Japão.

Shimbe pertencia a classe camponesa, mas por causa de sua habilidades de luta, subiu seu status para o de samurai.

Ele envolveu-se no assassinato do Ii Naosuke. Naosuke era o chefe da administração do shogunato Tokugawa em 1860 e o chefe do Conselho de Anciãos Edo. Sua morte causou anos de violência, particularmente em Kyoto, onde os assassinatos eram corriqueiros. Para tentar eliminar os hitokiri e estabelecer a lei e a orgem foi criada, em 1863 o Shinsengumi.

a espada Shimbe foi encontrado na cena do assassinato de um alto funcionário Anenokoji. Ele foi levado para interrogatório em Kyoto e pediu para ver a espada. Ele cometeu seppuku quando foi dado a espada.

Ao assassinar um alto funcionário Anenokoji, Shinbei cometeu um deslize. Deixou sua espada na cena do crime. Ele foi preso e levado para interrogatório em Kyoto. Nesse pediu para que trouxesse sua arma e com ela cometeu seppuku.

Okada Izo 


(14 de fevereiro de 1832 - 3 de junho de 1865, nascido em Yoshifuru, Japão) Ele certamente foi um dos samurais mais talentoso do seu tempo, mas sua existência foi corrompida pela guinada do destino. Por ter, desde muito jovem, talento para a espada, conseguia se reinventar. Aprendeu o Onoha Itto Ryu na escola Takechi Hanpeita.

Takechi liderou o Tosa Kinnoto. Esse era um grupo de radicais que era contra os estrangeiros. Izo era influenciado por estas ideias xenofóbicas e por isto cometia assassinatos pelas ruas de Kyoto. Logo se tornou um dos hitokiris mais temível e brilhantes do período Edo Shogunate.

Posteriormente os anti-estrageiros foram expulsos, enquanto que Izo foi decapitado em 1865 pelo crime de assassinato. Tinha apenas 32 anos.

Izo Okada ainda é um dos espadachins mais conhecido do japão. Alguns filmes o colocaram como protagonista. Dentre os quais está Tenchu! Hitokiri (1969). O personagem Udo Jin-e mangá Rurouni Kenshin foi inspirado em Okada, mas o autor reconhece que o personagem terminou por ser algo contrário a ele.

Kawakami Gensai




(04 de dezembro de 1834 - 13 de janeiro de 1871) foi um monarquista que lutou contra o xogunato exterminando aqueles que se opunham ao governo imperial.

Fisicamente, ele tinha feições delicadas e cabelos longos. Relatos afirmam que visto de longe podia ser confundido com uma mulher ou uma criança.

Dificilmente ficava aborrecido. Ele era cortes, mas por atrás dos gestos de gentileza escondia um assassino frio e calculista. Em momentos tensos não pendia para o desespero. Sabia manter o controle e a calma em situações problemáticas.

Seu nome de nascimento era Komori Genjiro, mas trocou de nome ao ser adotado pela família Kawakami, que tinha intenção de transforma-lo em um monge. Foi um budista não praticante. Mas nem por isso deixou de dedicada ao estudo desta religião.

No ano 1851, ele aliou-se Kumamoto Hosokawa Narimori e em seguida partiu de Edo para o sankin-kōtai do seu senhor. (sankin-kōtai consistia numa regra do governo, na qual os shoguns procuravam controlar os daimyos das províncias obrigando-os a morar por um ano no seu respectivo domínio e no ano seguinte na cidade de Edo capital do shogunato) Enquanto estava servindo seu senhor, em 1853 deu-se a chegada de Commodore Perry. Depois do sistema shogunato aceitar vários tratados desigual e injusto, Gensai, decepcionado, abandonou Edo e retornou para Kumamoto. Lá passou a frequentar a Academia de Gendo Kan o-in. de Kinno-scholar Hayashi. Após concluir o seu treinamento na filosofia Kinno-O-In, Gensai retornou a Edo.

Gengai encontrava-se na casa de Kumamoto no momento do Ansei Purge. No instante em que ocorreu a morte de Ii Naosuke, o grupo de assassino entrou na residência. Gensai agiu tentando apaziguando a confusão. Chamou um medico e ofereceu chá aos homens. Foi durante a cerimônia que o hitokiri conquistou o respeito desses.

No ano 1861, Gensai casou-se com Misawa Teiko. Ela era filha de outro retentor de Kumamoto e possuía habilidade de luta no uso da naginata. Os dois tiveram um filho, Gentaro, que graças a Teiko sobreviveu depois de Gensai ser executado.

Em 1862, Gensai integrou as Forças Armadas que tinham o dever de defender Kyoto. Após os acontecimentos político de Higo-han, ele saiu e foi a Chōshū-han, onde desempenhou a função de guarda pessoal Sanjō Sanetomi. Foi ai que ela abandonou o emprego como bōzu, e posteriormente, deixou de prestar serviço à Kumamoto.

Em 1864, perdeu seu mentor Miyabe Teizō na invasão de Shinsengumi em Ikedaya. Posteriormente Gensai concretizou o seu famoso assassinato e único que realmente lhe é creditado: o de Sakuma Shōzan. Ele matou Shōzan com um único golpe, em plena luz do dia.

Após o ocorrido, ele partiu para Chōshū. Participou nas ações militares de Kiheitai de Takasugi Shinsaku contra as Expedições Chōshū do Shogunate. Durante a segunda campanha de Chōshū pelo regime de Tokugawa ele saiu vitorioso. No entanto, durante a ação em Kokura, redeu-se às forças de Kumamoto e foi encacerado.

Após a Restauração Meiji, Gensai foi libertado da prisão e mudou seu nome para Kouda Genbei (高田 源 兵衛). Serviu como oficial militar e professor para o domínio Kumamoto. No entanto, por ter abrigado alguns retardatários de Kiheitai sob seu antigo camarada Oraku Gentarō, ele foi de novo colocado na prisão e foi executado em 1872.

quinta-feira, 20 de abril de 2017

TORMENTA – Um filme sobre turismo pedagógico


TORMENTA (White squall, 1996, Hollywood Pictures/Largo Entertainment, 129min) Direção: Ridley Scott. Roteiro: Todd Robinson, livro "The last voyage of the Albatross", de Charles Gieg Jr., Felix Sutton. Fotografia: Hugh Johnson. Montagem: Gerry Hambling. Música: Jeff Rona. Figurino: Rand Sagers. Direção de arte/cenários: Peter J. Hampton, Leslie Tomkins/Rand Sagers. Produção executiva: Ridley Scott. Produção: Mimi Polk Gitlin, Rocky Lang. Elenco: Jeff Bridges, Caroline Goodall, John Savage, Scott Wolf, Jeremy Sisto, Ryan Phillippe, Balthazar Getty, Ethan Embry, James Rebhorn. Estreia: 02/02/96

Há varias forma de relacionar o turismo com a educação dos jovens. Elas podem ocorrer na visita de locais que tenham importância histórica ou geográfica, com a supervisão de professores orientadores; em museus de vários tipos; em participações de gincanas entre escolas de municípios diferentes, portanto há necessidade de deslocamento; em acampamentos de escoteiros, etc. Já especialmente no filme “Tormenta” nos é apresentada uma forma de integrar viagem ao aprendizado, pois o desenrolar da narrativa ocorre dentro de uma embarcação escolar denominado Albatroz. 


O capitão deste veleiro era Skipper Sheldon. No ano de 1960 ele e a sua tripulação zarpou em Miami com o destino ao Caribe. A viagem não tinha apenas finalidade de ensinar os oitos alunos, como também pretendia contribuir para o amadurecimento desses. Para isso a escola contava com uma equipe de profissionais. Alice, esposa de Skipper, lecionava as disciplinas de Biologia, Matemática e Ciências; McCrea era professor de Literatura, Shay Jennings, o imediato, enquanto o capitão era responsável por oferecer aos seus estudantes treinamento sobre navegação. Portanto suas lições estavam voltadas para as tarefas diárias, cujos fundamentos eram estabelecer, a integridade, a disciplina e o trabalho em equipe. Desta forma pretendia-se formar valores como coragem, esforço e autoconfiança e controle. Tais valores são difundidos continuamente no transcorrer da história e é encarado como fundamentais para que o veleiro possa continuar navegando sobre a colaboração de todos. “Se não temos ordem, não temos nada. Onde vão um, vão todos”. Capitão Skipper





Sheldon esperava que seus estudantes atingissem as suas expectativas, por isso compartilhava suas experiências como velejador, objetivando que essas poderiam ajudá-los à moldar os seus caráter e a vencer o medo. Isso é visível nos diálogos abaixo, onde ele tenta instruir sua equipe sobre a realidade de enfrentar o oceano. Sheldon: “Você não pode correr do vento. Você aparar suas velas, enfrentar a música, e continuar”. “Você sabe o que está lá fora? Vento e chuva, e algumas malditas ondas grandes, recifes e rochas, bancos de areia, e bastante névoa e noite para esconder tudo”.




O filme é narrado por um dos estudantes Chuck Gieg. O narrador tinha muita afinidade com o grupo e era o mais prestativo. Sempre procurava manter está unidade. Para isso separava briga e ajudava os demais. Ao fim do dia, após terem cumprido a tarefa, seus amigos reconhecem que Gieg é o agente de união dentro da equipe.

Na viagem os garotos têm oportunidade de visitar locais distintos do de origem, pois o veleiro ancorava em vários momentos e nestes eles podiam permanecer um tempo nas cidades. Dando a oportunidade de conhecer diferentes ambientes, viver nova experiência e de interagir com a comunidade receptora.

Assim o filme é eficiente em nos apresentar a principal ideia do turismo pedagógico, que é oferecer uma experiência transformadora fora do ambiente das escolas.