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sábado, 2 de abril de 2016

MOCHILEIRO

Conceito

Segundo Oliveira “Mochileiro, viajantes independentes que tem como propósito conhecer vários destinos de forma espontânea e econômica, interagindo com seus pares e com a comunidade local”

Característica

  • Independência e flexibilidade
  • Gasto mínimo
  • Escapar de locais tradicionais
  • Viagem de longa duração
  • Jovens estudantes, geralmente universitários
  • Interação com a comunidade
  • Não contem planos rígidos
  • Baixas despesas
  • Motivação da viagem (aventura, autenticidade e experiências profundas )
  • Deseja conhecer o maior numero de locais possíveis

Estudo de Caso

Turismo Backpacker(Mochileiro) no Brasil

Durante os meses de setembro a Março foi realizado pesquisas com 244 turistas de 27 países para descobrir o perfil dos viajantes mochileiros no Brasil.

Foi constatado que:

60% do total eram Europeus
  • A grande parte viajava pela primeira no Brasil
  • metade deste tinham como destino a América do Sul
  • desejam passar o maior numero de dias no destino e conhecer o maior número de países.
  • Alguns entrevistados relataram que visitaram 80 países diferentes no globo
  • Os destinos eram percorridos em de três a nove meses.
  • A duração da viagem dentro do Brasil era de 53 dias
Motivação dos turistas
  • Conhecer a diversidade cultural
  • A comunidade local
  • Praias
  • Atrativos naturais
  • Carnaval,
  • Conhecer a  musica brasileira
  • Fonte de Informação utilizada foram guias de viagens e amigos
  • Idade media do visitante 28 anos
  • Sexo masculino e solteiro
  • Estudantes universitários
  • Viaja sozinho
  • A acomodação albergue da Juventude e pequenas pousadas
  • Principal ponto de entrada Região Sudeste
  • Locomoção, Ônibus
  • As cidades mais visitadas Rio de Janeiro, Salvador, Foz do Iguaçu, Curitiba, Recife, Florianópolis, Porto Seguros, Manaus, Fortaleza.
  • Os que dispunham de mais tempo visitaram locais mais longínquos
  • A renda anual era de R$ 72mil
  • Gasto destes totais destes visitantes eram de 4.981,80 reais
  • Principais atividades ir a praia, visitar as atrações turísticas, experimentar comida típica e sair para beber, alem de atividades ligadas a natureza e a cultura.

Aspectos positivos observados por estes visitantes

  • Povo amigável
  • Praias, música, samba e diversidade natural
  • Esforço na interação

Aspectos negativos

  • Insegurança
  • Comunicação
  • Desigualdade Social
  • Pobreza

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

ARCO IRIS DUBLO

Domingo, 20 de Dezembro de 2015. Tive a sorte de conseguir fotografar um belo espetáculo da natureza, o arco iris dublo.


















01/01/2017














quarta-feira, 7 de outubro de 2015

TURISMO E MEMÓRIA

As pedras da história.

Antes de retomar o assunto, quero esclarecer que não tenho preferência partidária, que minha indignação é pela ações de alguns políticos que ferem a lei de preservação patrimonial e fazem o que querem na cidades históricas de Minas Gerais.

Sei que muitas pessoas, como eu, que amam história e a diversidade cultural, ficaram indignados com a destruição de alguns tesouros da humanidade, promovida pelo grupo Estado Islâmico. Eles não tiveram nenhum respeito pelo passado. Como um praga criminosas burlaram a lei de preservação e reduziram a pó grandes monumentos da história. Ocasionando perdas irreparáveis ao mundo.

Mas está falta de descaso com o passado, não está tão longe de nós. Em muitas cidade históricas, o patrimônio é depredado, abandonado até virar ruína, roubado e vendidos no mercado negro das artes.

A memória talvez seja a grande riqueza de uma nação. E o que nos faz ser o que somos. Nos lembra de onde viemos e nos identifica como povo. Através desta reflexão quero raciocinar sobre um notícia de 24/09/2013 do Estado de Minas, relacionada a Ouro Preto"Asfalto agride a história de Ouro Preto". "O caminho de acesso ao Museu Casa dos Inconfidentes na Vila Aparecida teve suas pedras cobertas pelas máquinas da Prefeitura e se torna alvo de inquérito do Ministério público"(http://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2013/09/24/interna_gerais,452358/asfalto-agride-a-historia-em-ouro-preto.shtml) e "Prefeitura de Ouro Preto é proibida de asfaltar ruas em área tombadas" de 16/06/2015. "A justiça proibiu a prefeitura de Ouro Preto, na região Central de Minas Gerais, de asfaltar vias públicas(...) A possibilidade de as obras causarem danos de difícil reparação"(http://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2015/06/16/interna_gerais,658699/prefeitura-de-ouro-preto-e-proibida-de-asfaltar-ruas-em-areas-tombadas.shtml)

A memória de Ouro Preto não está apenas nos casarões, nas igrejas e chafariz, nas praças, está também nas ruas de pedras. Sim está que foram escupidas cuidadosamente  pelos escravos, e postas como um quebra cabeça, a adonar o chão. Elas estão ali para lembramos que foram mãos marginalizadas, mãos sofridas, mas talentosas que as fizeram. Elas também simbolizam o jeito de fazer, ou seja a técnica antiga que foi empregada na construção das ruas. A permanência é essencial para os estudos arqueológico e histórico.

O que seria então o asfalto na memória. O asfalto seria aquilo que nos impediríamos de admirar esse trabalho. Ele seria a crosta do esquecimento que nos esconderia o passado. Limitando nosso olhar sobre a cidade histórica. Por fim deixaria os arqueólogos e historiadores sem objeto de estudo e sem conhecer o jeito de fazer antigo, do homem negro e escravizado.

Com certeza Ouro preto seria uma cidade mutilada sem suas ruas de pedra. Pôr o asfalto tiraria parte do seu encanto de cidade histórica.

Ouro Preto foi a primeira cidade a ser patrimônio mundial da humanidade, devemos ter orgulho. Infelizmente, por causa da irresponsabilidade de alguns políticos, poderá ser a primeira cidade a perde-lá 




quinta-feira, 1 de outubro de 2015

FIFTY SHADES OF GREY E O TURISMO


Não é de hoje que a literatura vem ajudando a promover o turismo. “O Código da Vinci”, por exemplo, incentivou milhares de fãs a conhecer as cidades da França e Inglaterra. No Brasil o romance “Grande Sertão: Veredas” inspiraram a semana Roseana e roteiros que conduz o turista as paisagens descritas em livro de Guimarães; na cidade natal de Carlos Drummond de Andrade foram anexadas placas com versos em lugares de destaque do poeta e em Recife esculturas de 12 escritores foram colocados em ruas do município. Enfim as possibilidades de trabalhar literatura e turismo são inúmeras.

As obras literárias, tanto as de tempo remoto quanto as atuais, sempre dominam o imaginário do leitor, o que faz com que o publico queira conhecer os locais que permeiam o livro. Cria-se assim um tipo de mercado consumidor muitas vezes ignorado pelas agencias de viagens. A do segmento de turismo Literário ou Eco-literário. (http://espacodeturismo.blogspot.com.br/2015/09/turismo-ecoliterario-ou-turismo.html)

O exemplo mais recente é a obra mundialmente famosa Fifty Shades of Grey. (Embora o livro não tenha agradado a critica e foi tachado por muitos como um trabalho machista e medíocre). No entanto conseguiu, de acordo com o Jornal Folha de São Paulo, grande projeção que fez com que fãs desperta-se o desejo de conhecer os lugares citados pela autora E.L.James.

Assim é possível criar um circuito turístico que tem inicio no município de Pullman, dentro da Washington State University, onde a protagonista da romance estuda Literatura Inglesa e convive com seu grupo de amigos, antes de conhecer Christian.

Depois a formatura, a inocente Ana transfere-se para um apartamento em Seatle, na redondeza do Pike Place Market. Esse é considerado o mais antigo e tradicional mercado público dos Estados Unidos, por isso é um dos principais atrativos da região. Nele é possível encontrar produtos frescos, artesanato e a ótima gastronomia.  

Na esquina da Fourth Avenue com Virginia Street encontra-se a residência do sedutor Christian Grey. Trata-se de um belo arranha-céu que foi utilizado na gravação de algumas cenas do filme. Depois do sucesso estrondoso do romance erótico, formou-se filas de interessados por uma moradia. Nele o dono poderá ter um apê com mais de 600 metros quadrado e elevador privado, além de desfrutar de serviço personalizado. Esse ambiente luxuoso foi palco das fantasias sexuais entre os dois personagens. Hoje é o local mais visitado pelos fãs.

Na Brunswick Soaring Association, Christian leva a Ana para um passeio de voo. Ele próprio conduziu o planador pelos ares, realizando piruetas de tirar o folego. Quem não tem medo de altura pode agendar um passeio. Um voo de meia hora custa 100 dólares.


Num dos momentos do livro Ana e Christian vão tomar café. As cadeias de café são bem tradicionais nos Estados Unidos, mas entre elas destaca-se a IHOP- Internacional House of Pancakes que é uma casa especializada em panquecas. O cardápio desta é recheado de guloseimas tradicionais no cotidianos dos americanos como ovos mexidos, bacon e waffles.

Outro ponto de parada é o hotel Heathman, na cidade de Portland. Neste ambiente o casal tem encontros bem picantes. Inclusive foi onde ocorreu o primeiro beijo. Curiosamente, após o sucesso do filme, o meio de hospedagem lançou pacotes com tema do livro, por exemplo temos o "50 Shades or Oregon" que incluiu seis noites com jantares românticos privativos, transporte em carros luxuosos e estadia em outros dois hotéis na região. Também começou a oferece passeios de helicóptero, programas especiais para casais e kits de sadomasoquismo. O bar do hotel batizou uma das bebidas de “50 Shades”. Essa é composta de gim, tangerina, suco de romã, limão e tomilho fresco. Tudo para se assemelhar ao clima de Fifty Shades of Grey.

Referencias 

http://www1.folha.uol.com.br/turismo/2015/02/1591763-fas-podem-conhecer-locais-do-filme-cinquenta-tons-de-cinza.shtml
http://vejasp.abril.com.br/blogs/viagem/2014/07/50-tons-de-cinza-tour-lugares-sexo-portland-seattle/

terça-feira, 15 de setembro de 2015

ECONOMIA DO TURISMO

Conceitos 

Economia 

A palavra economia teve origem no grego oikos (casa) e nomos (norma lei). Assim teríamos o termo oikonomia que quer disser administração de uma residencia. Subentendido também como administração da coisa pública ou de um estado.

A economia estuda as alternativas pelas quais os diferentes estilos de sistemas econômicos administram os recursos limitados com o objetivo de criar bens e serviços para que possa satisfazer as necessidades ilimitadas da população. Ou seja se a finalidade é atender o maior número de anseios da população, sendo que os recursos são escasso, assim a administração desses recursos teve ser realizada de forma cautelosa, parcimoniosa, racional e eficiente. 

Turismo 

É o deslocamento temporário de indivíduos para regiões distantes dos lugares de moradia e trabalho. Nesses destinos, durante a permanência, são incluídos atividades que as atendam as necessidades do turista. 

Os conceitos mais tradicionais apenas colocam as viagens de férias, estudos, esportes, saúde, de religião e eventos etc, ignorando as viagens de negócios como parte do turismo. Contudo um ponto deve ser sempre ressaltado, o de que o forasteiro não deva exerça nenhuma atividade remunerada. 

Riqueza 

Considera-se riqueza social um agrupado de elementos materiais e imateriais que são escassos. Os bens e serviços formam a riqueza social. Seus principais aspectos são de terem serventia para as pessoas e estarem, mesmo limitados, disponíveis.

Bens: equipamentos, construções, joias, alimento, obras de arte etc.

Serviços: transportes, correio, atendimento hospitalar, segurança, agência de viagens. 

Então, se não existisse bens e serviços pouco fraquentes, a qual nômea-se de bens econômicos, fatalmente não precisaria ter o estudo da economia. Todos os bens seriam ilimitados e livres para o desfrute. 

Por causa da escassez, precisam ser produzidos, tornando um bens materiais ou de serviços. O processo de mudança é conhecido como ato de produção que se passa por três setores da economia. 

Setor primário- esta ligada a produção, por meio do uso dos recursos da natureza. 

Setor secundário- consiste nas atividades de produção que abarca as industria. É o setor que transforma a matéria prima em produto como roupa, automóvel, alimentos industrializados etc. 

Setor terciário- São as atividade de produção, a qual encontra-se os serviços. 

Concluindo, os bens e serviços gerados nos setores descritos acima compõem a riqueza de um país. A riqueza é designada como um agregado de bens e serviços que as pessoas podem utilizar para fins econômico. 

Necessidade

Os homens apresentam diversas necessidades que garantiram a sua sobrevivência. Maslow elaborou uma piramide dividindo essas em:

Básicas ou primarias que possui carácter fisiológico e as de segurança.

Secundaria que consiste em necessidades sociais, estima e auto realização. 

Além disso percebe-se que as necessidades humanas são diversas e se diferenciam de pessoa para pessoa nas mais distintas classes sociais, porém um aspecto sempre deve ser considerado, as necessidades são ilimitadas, já que à medidas que são saciadas outras vão surgindo.

Utilidade 

Utilidade é conceituada como a qualidade que os bens econômicos tem de saciar as necessidades humanas e pode também ser definida como o grau de satisfação que os consumidores confere aos bens e serviços.

Já que o consumidor não consegue ter tudo o que almeja, ele é obrigado a optar entre um e outro. Se dá preferencia a mais de um bem e serviço, ele passa a obter uma quantidade menor de outro. Independente da situação, o consumidor atua logicamente no sentido de conseguir o maior grau de satisfação com os seus gastos. 

É importante ressaltar que os bens e serviços, à medida que vão sendo consumidos no decorrer do tempo, passam a diminuir o grau de satisfação. Este efeito é conhecido como principio da unidade marginal decrescente. Ou seja a unidade (satisfação) obtida pelo consumidor de um certo bem ou serviço, decai à medida que esse consome mais unidade do mesmo. 

Além disso o consumidor determina um nível de preferências entre os bens e os serviços que são alternativos. Isso que disser que o individuo tem a opção de escolher entre os que lhe garantiram maior satisfação, uma vez que os recursos são escassos.  

Agentes econômicos

A atividade turística conta com o envolvimento de diferentes grupos e esses influenciam a maneira de produzir e de consumir. A integração dos pontos de vista, das intenções que deseja ser alcançadas e dos esforços mútuos são fundamentais para o incremento do turismo. Estes grupos são:

Os turistas: Grupo que procura varias opções de satisfação psíquicas e físicas, buscando potencializar ao máximo a utilidade (satisfação) de suas viagens. A característica das mesmas determinará, na maioria das vezes as alternativas de destinos, o tipo de transporte, de hospedagem e as atividade recreativas. 

As empresas turísticas: Este grupo considera o turismo uma oportunidade de maximizar seus lucros. São as organizações privadas que oferecem os vários tipos de bens e serviços que o mercado necessita. 

O governo: que acolhe o turismo como um fator econômico, por isso o relaciona com as entradas de receita que a população consegue através da atividade turística. Essa beneficia com as divisas alcançadas, por meio do turismo internacional e com o volume maior de arrecadação dos imposto obtidos aos gastos dos consumidores. 

A comunidade anfitriã: Corresponde aos indivíduos residentes no destino turístico. Eles consideram o turismo um fator cultural. Um dos resultados mais importante é o intercambio entre moradores e os visitantes.

É fundamental que no desenvolvimento do produto turístico que aja compatibilidade de interesses e de esforços conjuntos dos agentes citados acima. 

Produto turístico 

Consiste num agrupado de bens é serviços ligados a atividade turística. O produto turístico pode ser caracterizado como um produto conjugado, pois é constituído pelos seguintes elementos transporte, alimento, hospedagem e entretenimentos. Assim como a maioria dos outros bens e serviços, ele está disponível na natureza de maneira limitada, precisa ser produzido e é definido como riqueza social. Nestes há um número grande de maneiras pelas quais os produtos turísticos individuais podem ser combinados e repassado ao cliente. 

O produto turístico deve ser também pensado em termos de suas atrações, suas facilidades e suas acessibilidade. As atrações caracterizam-se como um dos fatores que determinará a triagem feita pelo turista diante das alternativas de visita. Este será escolhido entre um e outro. Assim são estes os componentes que geraram o fluxo de pessoas para um lugar específicos. As facilidades: São os componentes que não são os responsáveis diretos pelo fluxos turístico, mas a falta destes atrapalha a permanecia do forasteiro na região. Eles complementam os recursos turístico, dentre os quais temos as acomodações, os restaurantes, os bares, as farmácias, e a acessibilidade que inclui o sistema de transporte e o acesso a atração.

Como qualquer outro bem e serviço, o produto turístico pode apresenta-se de duas maneiras, complementares ou substitutos. Os bens e serviços complementares é o bem que não pode ser consumido sem a presença de um outro. No caso do produto turístico, ele possui quatro componentes essenciais, o transporte, a alimentação, a acomodação, e o atrativo. Cada um pode ser complementar do outro, por exemplo o transporte necessita do meio de hospedagem. Enquanto a hospedagem precisa do atrativo. O atrativo do serviço de alimentação. 

Já os bens e serviços substitutos são os que podem operar em substituição a outro. No turismo dentro de cada componentes existirá um que poderá repor o outro. Como por exemplo, o turista poderá optar chegar ao destino de trem, ao invés de ir de ônibus.


quarta-feira, 2 de setembro de 2015

INVENTÁRIO DE OFERTA TURÍSTICA

É um dos instrumentos no qual se desenvolve o planejamento turístico. Nesse há um conjunto de dados que formam uma especie de radiografia do local, onde pretende-se implantar ou aperfeiçoar a atividade turística. Auxilia na criação de um diagnostico eficaz e coerente. 

O inventário deve conter informações confiáveis sobre os atrativos, serviços, equipamentos turísticos, as estruturas de apoio ao turismo e instâncias de gestões que permeiam a atividade econômica do lugar. 

O ministério do turismo disponibiliza este documento em sua página. Acesse para conhece-lo: http://www.turismo.gov.br/publicacoes/item/37-inventariacao-inventario-de-oferta-turistica

terça-feira, 1 de setembro de 2015

PLANEJAMENTO TURÍSTICO

 

Planejamento 

É a consequência de um procedimento racional de ideias, no qual o homem avalia a realidade ao seu redor e determina formas que lhe permitiram modifica-la, segundo as necessidades e desejos. 

Planejar 

É quando se detecta uma sucessão de variáveis com a finalidade de estabelecer um rumo de ação, tendo como suporte as analise cientificas, viabilizando, assim atingir os objetivos e metas prê-estabelecida. 

Planejamento turístico 

Consiste na leitura da realidade através da descrição minuciosa dos recursos presentes. Os dados registrados serão fundamentais para averiguar os aspectos positivos e negativos e assim é possível traçar um diagnostico eficaz para o desenvolvimento turístico. 

Após o diagnostico torna-se viável estabelecer estrategia, diretrizes, linha de ação e objetivos a ser atingidos na implantação da atividade turística.   


Classificação do Planejamento

De acordo com Barretto, o planejamento pode ser classificado em vários tipos, levando em conta a forma de abordagem que será empregada.

Assim obtemos o seguinte aspectos listados:

Aspecto temporal segui às classificação de curto, médio e longo prazo.

Aspecto geográfico obedece às critérios como mundial; continental; estadual; regional; multi-regional; micro regional; municipal e ainda pode-se classificar como rural e urbano.

Aspecto econômico corresponde à classificação de macro- economia e micro economia.

Aspecto administrativo refere-se ao conceito de público e privado e as subdivisão central e descentralizado

Aspecto intencional ou teleológico
. Indica as decorrente classificação de estratégico atribuído aos objetivos finais e tático referente aos meios empregadas para se chegar os objetivos .

Aspecto agregados corresponde as classificações como global; setorial e local que relacionam a esfera geográfica, e que estão opostamente equivalente às minuanas

Os três níveis de planejamento

Dentro do planejamento turístico esta enumerado os seguintes níveis:

Federal : Que se refere ao direcionamento de planos e políticas aos estados.

Estadual: Tange a preparação de planos e as diretrizes de planos e políticas aos municípios.

Municipal: Esse tem a função de colocar em pratica as diretrizes dos estados, além de suas próprias diretrizes seguindo os objetivos específicos. 


Assim temos os seguintes conteúdos listados a baixo:


Plano, Programa e Projeto

Plano turístico - Consiste no documento que sintetiza o conjunto de ações e sugestões a serem observados no decorrer do processo de planejamento. É feito de modo simplificado, por isso é pouco aprofundado.  

Veja o Plano Nacional de turismo no link do Ministério do Turismo:  http://www.turismo.gov.br/sites/default/turismo/o_ministerio/plano_nacional/downloads_plano_nacional/PNT_2007_2010.pdf

Programa turístico - Neste há um agregado de projetos que devem conter conteúdos similares ou complementares. É fundamental que esses sejam coerentes, interdependentes e que tenham periodicidade. O objetivo do programa precisa conter uma ou mais metas estabelecida no plano turístico a qual está relacionado. 


Projeto turístico - É um conjunto de métodos de ação, organizado de forma logica e que possibilita calcular os custos e vantagens de qualquer investimento. Pode também ser a reunião de informações e previsões uteis na construção de um determinado empreendimento. 



Etapas do Planejamento Turístico


Análise macro ambiental – explorar o entorno para obter informações. Todos os aspectos e indivíduos envolvidos devem minuciosamente descritos. Só assim é possível conhecer a realidade local. Geralmente no turismo as formulas utilizada são as pesquisas estatísticas produzidas através do contato com os turistas, receptores e a trade. Constantes visitas são fundamentais para o sucesso do planejamento. Dentro da analise macro ambiental está incluído o inventario de oferta turística.

Elaboração do diagnostico
– Após conhecer as informações parte-se para a análise dos fatores, verificando os pontos fortes e as fraquezas.

Definir objetivos
– estabelecer os resultados a qual se pretende concretizar.

Determinar prioridades – Neste teve selecionar os objetivos listados e definir qual é o mais importante. O que é escolhido como mais importante torna-se a base no diagnóstico e na analise.

Identificar dificuldades
– Com base aos dados recolhidos, devem-se raciocinar quais os obstáculos que deveram ser vencidos.

Criar meios, estratégias – após identificar o problema, será necessário estabelecer os planos de ações para se chegar ao objetivo.

Dimensionar os recursos necessários – nesta etapa é definida a quantificação e a qualificação dos recursos fundamentais para a implantação as estratégias.

Estabelecer responsabilidades – determinar a equipe e delegar funções.

Projetar o cronograma - listar as estratégias e os custos. Neste é também estabelecido o tempo para a execução das etapas. Uma agenda de compromisso torna-se necessário.

Estabelecer pontos de controle – O planejamento devera ser continuamente analisado. Esta verificação servira tanto para detectar os ganhos, quanto as possíveis falhas.


Execução das etapas do Planejamento turístico

Elaborar o diagnóstico: Nada mais é do que examinar a localidade e os seus arredores. Colher informações, preencher os dados do inventario, averiguar a demanda e a oferta turística presente.

Estabelecer o prognóstico: fundamenta-se na previsão de cenários futuros. Ou seja as perspectivas aguardada para o local no decorrer do tempo. Estes podem ser classificados como pessimista, realista e otimista.

Definir os objetivos e metas: Compreende em determinar os objetivos e as metas, a qual se pretende realizar.

Definir estratégias: embasa-se em determinar as maneiras para se alcançar os objetivos e as metas. Essas podem ser atingidas através de programas, projetos, atividades dentre outros.

Elaborar e implantar o plano: Compreende em convocar uma equipe multidisciplinar para a criação do plano e posteriormente concretizar sua implantação.

Acompanhamento dos resultados: Presa em averiguar se o que estava determinado no plano está sendo cumprido e se no caso há falhas deve-se corrigir os erros.