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quinta-feira, 20 de abril de 2017

TORMENTA – Um filme sobre turismo pedagógico



TORMENTA (White squall, 1996, Hollywood Pictures/Largo Entertainment, 129min) Direção: Ridley Scott. Roteiro: Todd Robinson, livro "The last voyage of the Albatross", de Charles Gieg Jr., Felix Sutton. Fotografia: Hugh Johnson. Montagem: Gerry Hambling. Música: Jeff Rona. Figurino: Rand Sagers. Direção de arte/cenários: Peter J. Hampton, Leslie Tomkins/Rand Sagers. Produção executiva: Ridley Scott. Produção: Mimi Polk Gitlin, Rocky Lang. Elenco: Jeff Bridges, Caroline Goodall, John Savage, Scott Wolf, Jeremy Sisto, Ryan Phillippe, Balthazar Getty, Ethan Embry, James Rebhorn. Estreia: 02/02/96

Há varias forma de relacionar o turismo com a educação dos jovens: 


  • Elas podem ocorrer em visita de locais que tenham importância histórica ou geográfica, com a supervisão de professores orientadores.
  • Em visita à museus na cidade receptora.  
  • Em participações de gincanas entre escolas de municípios diferentes, portanto há necessidade de deslocamento.
  • Em acampamentos de escoteiros, etc. 

Já especialmente no filme “Tormenta” nos é apresentada uma forma de integrar viagem ao aprendizado, pois o desenrolar da narrativa ocorre dentro de uma embarcação escolar denominado Albatroz. 

O capitão do veleiro escola era Skipper Sheldon. No ano de 1960, ele e a sua tripulação zarpou de Miami com o destino ao Caribe. A viagem não tinha apenas finalidade de ensinar os oito alunos, como também pretendia contribuir para o amadurecimento desses. Para isso a escola contava com uma equipe de profissionais. Alice, esposa de Skipper, lecionava as disciplinas de Biologia, Matemática e Ciências; McCrea era professor de Literatura, Shay Jennings, o imediato, enquanto o capitão era responsável por oferecer aos seus estudantes treinamento sobre navegação. Portanto suas lições estavam voltadas para as tarefas diárias, cujos fundamentos eram estabelecer, a integridade, a disciplina e o trabalho em equipe. Desta forma pretendia-se formar valores como coragem, esforço e autoconfiança e controle. Tais valores são difundidos continuamente no transcorrer da história e é encarado como fundamentais para que o veleiro possa continuar navegando sobre a colaboração de todos. “Se não temos ordem, não temos nada. Onde vão um, vão todos”. Capitão Skipper





Sheldon esperava que seus estudantes atingissem as suas expectativas, por isso compartilhava suas experiências como velejador, objetivando que essas poderiam ajudá-los à moldar os seus caráter e a vencer o medo. Isso é visível nos diálogos abaixo, onde ele tenta instruir sua equipe sobre a realidade de enfrentar o oceano. Sheldon: “Você não pode correr do vento. Você aparar suas velas, enfrentar a música, e continuar”. “Você sabe o que está lá fora? Vento e chuva, e algumas malditas ondas grandes, recifes e rochas, bancos de areia, e bastante névoa e noite para esconder tudo”.





O filme é narrado por um dos estudantes Chuck Gieg. O narrador tinha muita afinidade com o grupo e era o mais prestativo. Sempre procurava manter está unidade. Para isso separava briga e ajudava os demais. Ao fim do dia, após terem cumprido a tarefa, seus amigos reconhecem que Gieg é o agente de união dentro da equipe.

Na viagem os garotos têm oportunidade de visitar locais distintos do de origem, pois o veleiro ancorava em vários momentos e nestes eles podiam permanecer um tempo nas cidades. Dando a oportunidade de conhecer diferentes ambientes, viver nova experiência e de interagir com a comunidade receptora.

Assim o filme é eficiente em nos apresentar a principal ideia do turismo pedagógico, que é oferecer uma experiência transformadora fora do ambiente das escolas.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

TURISMO PEDAGÓGICO

É o segmento que envolve atividades relacionadas à educação de um grupo de pessoas. Obstina a oferecer aprendizado em certas áreas do conhecimento, seja cientifico histórico, cultural ou literário, por isso demandam profissionais especializados que irá acompanhar o grupo na área a qual se orienta o roteiro.

As viagens de estudos têm a intenção de contribuir para o crescimento humano, social e educacional, podendo auxiliar as instituições de ensinos na missão de disseminar o conhecimento. Por isso quem mais consomem este tipo de turismo são as escolas e faculdades.

A idéia da viagem educacional é quebrar o cotidiano maçante a sala de aula e oferecer aos colegiais passeios interativos. Também busca aproximar os alunos da vida, mantendo-os conectados ao ambiente; procura interagir com as pessoas e conscientizar dos problemas socioculturais. Como defendido por Ansarah “ É por intermédio do querer saber mais, da percepção, que o ser humano desenvolve seu censo analítico” por isso a importância de unir turismo e escola.

Segundo Ansarah “O turismo pedagógico ocorre no tempo letivo, sendo um complemento de estudo, ao contrario do turismo convencional, que ocorre nas férias”. Para este fim os museus são os lugares mais adequados desenvolver atividades educacionais.


Museu Catavento (Ciência )

É um museu construído na Palácio dos Industriais em São Paulo. A construção possui uma área de 4 mil metros quadrados e 250 instalações. É dividido em 4 espaços que mostram o universo, a vida, o engenho e a sociedade. 

Palácio dos Industriais

Entrada do museu

O museu é constituído de peças e videos interativos que tem a finalidade de educar o visitante. É um espaço dedicado essencialmente a ciência, física e biologia. 













Museu do Futebol (Entretenimento)

É um museu que busca apresentar o esporte mais popular do Brasil, o futebol. Foi montado no Estadio Municipal Paulo Machado de Carvalho. Nele é exposto objetos, fotos, maquetes, camisa dos time e videos que mostram a evolução deste tipo de esporte. 


Entrada

Fachada do estádio



Logo na entrada é expostos botões com os símbolos dos times. Também há peças deste tipo de jogo de mesa. Estes objetos remetem ao futebol jogado de forma não profissional, mas popular.







Gramado do estádio 

Museu do Ipiranga (História)

É um museu que pertence a universidade de São Paulo. Foi construído no local onde deu-se os eventos histórico que culminou com a proclamação da Independência do Brasil. A construção foi idealizada em 1884 pelo arquiteto e engenheiro Tommaso Gaudenzio Bezzi.  O estilo arquitetônico é o eclético é foi inspirados no Palácio de renascentistas. 

Possui um rico acervos histórico composto por mobiliá, objetos arqueológicos, cerâmica, e obras de artes.     




Museu da Língua Portuguesa(Literatura)


É um museu temático dirigido a Língua Portuguesa que tem a finalidade de instruir o visitante sobre o idioma que herdamos. Além de contribuir para a formação cultural e histórica dos frequentadores, o museu resgata a importância da literatura para a construção da identidade nacional. 

O museu foi inaugurado em 20 de Março de 2006. Logo tornou-se um dos museus mais visitados do mundo. 




As instalações foi montada no belo prédio da Estação da Luz. A área total do museu é de 4,333,63 metros quadrados e está dividido em três andares. 



Entrada do Museu





















Neste dia estava sendo realizado uma exposição sobre a poetisa Cora Coralina( pseudônimo de Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas). A escritora nasceu em 20 de Agosto de 1889  e faleceu em 10 de Abril de 1985 







Pinacoteca de São Paulo (Arte)


É o mais antigo museu de arte da cidade de São Paulo, sendo inaugurado em 1905. Inicialmente foi projetado por Ramos de Azevedo e Domingo Rossi para ser o Liceu de Arte e Oficio.  

Esta instituição guarda importantes obras que representa a história da arte no Brasil. A Pinacoteca localizada-se próxima à Estação da Luz, na Praça da Luz, 2 Luz São Paulo- SP















A exposição itinerante do artista Matisse ocupou uma dos locais. Henri Matisse nasceu em 31 de Dezembro de 1869 e morreu em 3 de Novembro de 1954.