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quinta-feira, 2 de novembro de 2017

TURISMO ESPACIAL


Segundo a Folha de São Paulo, as viagens espaciais estão próximas de ser tornar realidade. Já há interesse de companhias aéreas em investir nesta nova e inexplorada forma de turismo. Dentre estas esta a Virgin Galactic. Em 2014 houve um experimento falho que levou a destruição da espaçonave e a morte do piloto, mas os planos não foram encerrados. Em Fevereiro a empresa lançou um novo projeto redesenhando a nave. Ela pretende colocar o projeto em pratica ainda em 2018 e já conta 400 passagens garantidas.

No inicio as naves farão uma viagem de mais ou menos 2 horas, apenas na fronteira do espaço, a 100 km de altura. Nesta zona é possível identificar a escuridão do espaço e a curvatura da Terra. No momento em que a nave alcança o ápice, os motores são desligados. Então ela começa a entrar em queda livre. Deste modo proporciona, durante três ou quatro minutos, a sensação de falta de peso característico das missões espaciais.

Primeiramente as empresas devem objetivar atingir a obita, mas no futuro poderá ser possível visitar a lua e até planetas distantes. Isso dependera do rumo das pesquisas espaciais e das chances de encontrar áreas habitáveis. Missões com naves não tripuladas já foram feitas pela Nasa com sucesso. Entre elas, está a chegada da sonda New Horizons ao planeta-anão Plutão depois de dez anos de viagem, em 2015 e a Solar Probe Plus, que pretende pesquisar a desconhecida atmosfera solar em 2018.

Com a conquista do espaço, o turismo, certamente tomar outros rumos. As pessoas não se contentaram em conhecer o planeta apenas na superfície, pois terão uma vista ampla da Terra numa espaçonave. Isso contribuirá para o interesse sobre o universo, pois com a solidificação das visitas, cresceram materiais de divulgação e guias preparados que contribuirão para o conhecimento. Também há a possibilidade de encurtar ainda mais as distancia entre um país e outro, já que viagens no espaço duram muito menos.

Enquanto as viagens ainda não são acessíveis às pessoas. Aqui na terra há espaço que permite o visitante conhecer o universo. Dentre os quais há o museu Catavento de São Paulo. 













http://www1.folha.uol.com.br/turismo/2016/06/1779524-turismo-espacial-pode-ser-realidade-em-2018-e-custar-milhoes-de-dolares.shtml

quinta-feira, 20 de abril de 2017

TORMENTA – Um filme sobre turismo pedagógico



TORMENTA (White squall, 1996, Hollywood Pictures/Largo Entertainment, 129min) Direção: Ridley Scott. Roteiro: Todd Robinson, livro "The last voyage of the Albatross", de Charles Gieg Jr., Felix Sutton. Fotografia: Hugh Johnson. Montagem: Gerry Hambling. Música: Jeff Rona. Figurino: Rand Sagers. Direção de arte/cenários: Peter J. Hampton, Leslie Tomkins/Rand Sagers. Produção executiva: Ridley Scott. Produção: Mimi Polk Gitlin, Rocky Lang. Elenco: Jeff Bridges, Caroline Goodall, John Savage, Scott Wolf, Jeremy Sisto, Ryan Phillippe, Balthazar Getty, Ethan Embry, James Rebhorn. Estreia: 02/02/96

Há varias forma de relacionar o turismo com a educação dos jovens: 


  • Elas podem ocorrer em visita de locais que tenham importância histórica ou geográfica, com a supervisão de professores orientadores.
  • Em visita à museus na cidade receptora.  
  • Em participações de gincanas entre escolas de municípios diferentes, portanto há necessidade de deslocamento.
  • Em acampamentos de escoteiros, etc. 

Já especialmente no filme “Tormenta” nos é apresentada uma forma de integrar viagem ao aprendizado, pois o desenrolar da narrativa ocorre dentro de uma embarcação escolar denominado Albatroz. 

O capitão do veleiro escola era Skipper Sheldon. No ano de 1960, ele e a sua tripulação zarpou de Miami com o destino ao Caribe. A viagem não tinha apenas finalidade de ensinar os oito alunos, como também pretendia contribuir para o amadurecimento desses. Para isso a escola contava com uma equipe de profissionais. Alice, esposa de Skipper, lecionava as disciplinas de Biologia, Matemática e Ciências; McCrea era professor de Literatura, Shay Jennings, o imediato, enquanto o capitão era responsável por oferecer aos seus estudantes treinamento sobre navegação. Portanto suas lições estavam voltadas para as tarefas diárias, cujos fundamentos eram estabelecer, a integridade, a disciplina e o trabalho em equipe. Desta forma pretendia-se formar valores como coragem, esforço e autoconfiança e controle. Tais valores são difundidos continuamente no transcorrer da história e é encarado como fundamentais para que o veleiro possa continuar navegando sobre a colaboração de todos. “Se não temos ordem, não temos nada. Onde vão um, vão todos”. Capitão Skipper





Sheldon esperava que seus estudantes atingissem as suas expectativas, por isso compartilhava suas experiências como velejador, objetivando que essas poderiam ajudá-los à moldar os seus caráter e a vencer o medo. Isso é visível nos diálogos abaixo, onde ele tenta instruir sua equipe sobre a realidade de enfrentar o oceano. Sheldon: “Você não pode correr do vento. Você aparar suas velas, enfrentar a música, e continuar”. “Você sabe o que está lá fora? Vento e chuva, e algumas malditas ondas grandes, recifes e rochas, bancos de areia, e bastante névoa e noite para esconder tudo”.





O filme é narrado por um dos estudantes Chuck Gieg. O narrador tinha muita afinidade com o grupo e era o mais prestativo. Sempre procurava manter está unidade. Para isso separava briga e ajudava os demais. Ao fim do dia, após terem cumprido a tarefa, seus amigos reconhecem que Gieg é o agente de união dentro da equipe.

Na viagem os garotos têm oportunidade de visitar locais distintos do de origem, pois o veleiro ancorava em vários momentos e nestes eles podiam permanecer um tempo nas cidades. Dando a oportunidade de conhecer diferentes ambientes, viver nova experiência e de interagir com a comunidade receptora.

Assim o filme é eficiente em nos apresentar a principal ideia do turismo pedagógico, que é oferecer uma experiência transformadora fora do ambiente das escolas.

sábado, 30 de abril de 2016

SEGMENTAÇÃO DO MERCADO TURÍSTICO

No mercado turístico as instituições dos setores público e privado precisam conhecer os seus clientes e o que esperam em uma viagem. Necessitam saber transmitir a disponibilidade dos produtos e serviços turísticos aos fregueses em potenciais e converte-los em freguês reais. Por isso ultimamente há um processo permanente de segmentação da demanda turística, que vai criar grupos de consumidores usuários dos serviços turísticos, unidos segundo as preferências sociais, culturais e religiosas. Para esta demanda fragmentada o ideal é oferecer produtos que correspondem às necessidades e os anseios de cada nicho encontrado no mercado.

As cobranças por serviços e produtos de qualidade e por preços correspondentes ao que é oferecido; a concorrência cada vez maior num ambiente competitivo e a intensa transição de tendências transforma obsoleto alguns produtos turístico e obrigam as corporações a se adaptarem aos novos tempos. Para se manter, o ideal é que as empresas agrupem consumidores com comportamento de comprar similares, a partir deste ponto, os esforços de marketing se concentram em conquistar este nicho. Um segmento de mercado bem determinado permitir a aplicação eficiente das ferramentas do marketing.

As empresas que conhecem perfeitamente seus clientes e o mercado que atua terá maiores vantagem na venda, pois estas direcionam de forma eficaz seus recursos financeiros e adapta seus serviços ao que o segmento necessita e deseja.

Segundo Ansarah as ferramentas de marketing só são eficientes quando são:

“Mensurável em tamanho e outras variáveis”
“Acessível por meio de promoção, a canais de distribuição existentes ou potenciais”
“Substancial, grande ou lucrativo o suficiente para servir como mercado alvo”
“Defensável, em termos de características suficientemente singulares para justificar iniciativas ou programas de marketing específicos que possam enfrentar a abordagem de massa dos concorrentes”.
“Durável, mantendo-se com o passar do tempo.”
“Competitivo a ponto de seu atendimento proporcionar vantagens sobre a concorrência"  

Há varias forma desenvolvida para segmentar o mercado turístico. As principais   as quais usam os seguintes critérios:

Idade – Turismo infantil, turismo juvenil, Turismo meia idade, turismo de terceira idade.

Nível de renda – Turismo popular, turismo de classe média e turismo de luxo.

Distancia do local emissor – Turismo local, turismo regional, turismo nacional, turismo continental, turismo intercontinental.

Tipo de grupos – turismo individual, turismo de casais, turismo de família e turismo de grupo.

Sentido de fluxo – turismo emissivo, turismo receptivo.

Mais hoje o mais usado é pela motivação da viagem

Quando a motivação é eventos e negocio temos.

Turismo de Evento

É considerado Turismo de evento quando há deslocamento de pessoas para participar de algum evento de caráter cientifico, cultural, ecológico tecnológico, promocional ou esportivo. O conceito sobre esta modalidade ainda trás subdivisão no chamado turismo de congresso e turismo de conversão.

O publico que integra este segmento, pode ser tanto um visitante quanto um palestrante.

Turismo de Negócios

O turismo de negócio contribui para o crescimento da economia, porque esse nicho de mercado agrega valores à receita financeira do lugar, podendo ser ou não ser uma atividade complementar ou principal do local. É uma espécie de mercado que, quando bem gerenciado, não sofre com a baixa e alta temporada, como acontece em outras modalidades de turismo. Por isso que as empresas aéreas e as de aluguel de carro e de hospedagem têm interesse particular nesse segmento.
Entende-se turismo de negocio um agregado de atividades de viagem voltada a reuniões, fechamento de negócios, firmamento de convenio, treinamento de pessoal, estabelecimento contratos, venda e compra de novas tecnologias ou para conhecer o mercado de alguma aérea.

Quando a motivação é natureza temos:

Ecoturismo ou Turismo verde 

É um turismo de contemplação da natureza, por isso exige uma profunda interação com o meio ambiente natural. Zela pela preservação do patrimônio natural e pela conscientização do praticante. Além de procurar promover o bem estar da comunidade receptora.

O ecoturismo pode integrar outras modalidades de turismo, como o turismo de aventura, turismo de pesca esportiva, turismo rural etc.


Turismo de Aventura 

De acordo com Ramos, Turismo de Aventura é classificado como uma atividade de lazer que acontece em um local exótico, remoto ou de vida selvagem e que oferece alto risco na atividade, por isso precisa ser minuciosamente planejada. Os meios locomoção, na maioria da vezes, são incomuns. Contem número reduzido de praticantes.

Turismo de Pesca Esportiva

É um segmento muito especifico para quem gosta do contato com a natureza e de passar horas pescando na beira de rios, lagos ou de reservatórios. Como toda espécie de turismo deve-se ter uma preocupação com o meio ambiente.

https://www.youtube.com/watch?v=_HkLcuXpM-Q

Turismo de Mergulho

É um segmento dedicado à aqueles que tem interesse de descobrir o habitar de animais e a beleza do relevo de locais escondidos debaixo d’ água. Também há a prática de visitar navios ou até mesmo construções que foram submergidos. 

Neste tipo de turismo há dois tipos de publico, o mergulhador turista e o turista mergulhador

O mergulhador turista possui treinamento na pratica de mergulho e tem credencial para tal atividade. A finalidade das viagens é encontrar um destino propício para o mergulho. Ou seja, o freguês é um mergulhador profissional.

Já o turista mergulhador, o principal motivo da viagem é o descanso. O mergulho é uma atividade complementar decorrente do roteiro.


Turismo de sol e praia

É uma das formas de turismo mais procuradas em todo o mundo, por isso o retorno financeiro é garantido nos municípios litorâneo. 

Mais do que procurar descanso o cliente busca divertimento, por isso empresários do setor investem em atrações a beira mar.


Quando a motivação é a vida Rural temos:

Turismo no meio rural 

São as atividades de lazer realizadas na área rural. Este conceito abrange varias alternativa  de turismo, dentre as quais o turismo rural, turismo de negocio, turismo esportivo.

Turismo Rural

Esta modalidade foi implantada no Brasil, inicialmente em Santa Catarina na década de 1980. A Embratur especificou o turismo rural como "O conjunto de atividade turísticas desenvolvidas no meio rural ". 

As atividades desenvolvidas são típicas da zona rural, utilizando todos os recursos das áreas rurais para o desenvolvimento da atividade turística, dentre as atividades estão a manifestações culturais, os hábitos, a produção leiteira, o plantio, as colheitas.

O turismo rural é uma forma de fixa o homem em seu meio evitando o êxodo rural, Mas deve haver sempre uma integração entre a área urbana e rural, uma deve participar do processo de desenvolvimento do outra. 

 Agroturismo 

Consiste em atividades ligadas ao turismo que são complementares ao trabalho agrícola. O turismo não é a atividade principal mas, completa a renda familiar, através de roteiros programados ou não.



Os meios de hospedagens são os mesmos utilizados pelos moradores e trabalhadores. As acomodações podem receber algum tipo de conforto adicional.


Quando a motivação é espiritualidade temos:

Turismo religioso

É uma das formas mais antigas de turismo, pois deste épocas remotas o homem tinha como habito fazer peregrinações a lugares religiosos e a participar de rituais em locais distantes.

O turista religioso é aquele que viaja movido pela fé. Por isso é freqüente o freguês viajar para locais de retiros espirituais.

O turismo religioso esta integrado ao turismo cultural, visto que as praticas religiosas possui caráter cultural.

Esoturismo ou Turismo Esotérico

É um tipo de turismo onde as pessoas deslocam para lugares conhecido, cujo o roteiro programado possibilita a experiencias mistica ou energéticas.

Quando a motivação é prato ou produto tipico temos:

Turismo Gastronômico

O principal foco desta modalidade é proporcionar prazer atraves da degustação. Além  de expressar a cultura pois, toda cozinha reflete a história do povo e da nação.

Os participantes desta modalidade procuram saciar o apetite degustando a comida local.

Enoturismo 

As viagens têm como objetivo a apreciação do sabor e aroma dos vinhos, juntamente com a exposição da história. Neste segmento é possível perceber o processo de fabricação do vinho, desde a plantação, colheita, fabricação e o engarrafamento do vinho. 

Alem presenciar da técnica de produção, Nas fazendas podem ser também oferecido outros produtos como geleia e doce a base de uva. Já no município é possível assistir apresentações culturais que no Brasil, na maioria, esta ligada a herança Italiana.


Quando a motivação é  conhecimento temos:

Turismo cientifico

Esse segmento atrai pessoas que realizam estudos ou trabalho cientifico. Geralmente o grupo ou pessoa interessada são cientistas que estão dispostos a entrar em florestas, em pântanos ou em áreas arqueológicas com a finalidade de analisar o objeto de estudo.

Uma das mais famosas de viagem foi a de Charles Darwin a bordo do HMS Beagle, entre 27 Dezembro 1831 e 2 Outubro 1836. Através de suas anotações Charles desenvolveu o trabalho "A origem das espécies".

Outra importante expedição foi do linguista Jean François Champolion. Depois de desvendar os hierógrafos, ele viajou até o Egito para confirmar seus estudos, dando origem a um nova ciência " a Egiptologia".

Turismo ecoliterário

Viagens cujos roteiros são inspirados nos enredos de obras literárias, no qual descrevem certas localidades rural ou urbana e os costume destas. A literatura  despertando o interesse do leitor em vivenciar as experiências vividas nos livros.

Turismo Pedagógico ou turismo educacional 
 
Envolvem atividades ligada ao ensino. "consiste na organização de viagens culturais mediante o acompanhamento de professores especializados da própria instituição de ensino com programas e aulas e visitas a ponto de interesse para o desenvolvimento educacional dos estudantes" BENI p. 473

Turismo Cultural
CAVALHADA- montagem de Anita Marques

Para Beni (2007) o turismo cultural  trata-se da demanda de turista a lugares que tenham como produto principal, a herança histórica do homem em diferentes épocas. Simbolizado no acervo cultural e no patrimônio, presente em ruínas, nos museus, arquitetura e nas obras de arte.

https://www.youtube.com/watch?v=nDLQcfbGyOU
https://www.youtube.com/watch?v=-f3NzmRHwJo


Referências bibliográficas 

BENI, Mário Carlos. Análise estrutural do turismo. 8ª ed. São Paulo, Senac, 2003.


ANSARAH, Marilia Gomes dos Reis. Turismo e segmentação de mercado: novos segmentos. In: TRIGO, Luiz Gonzaga Godoi et al (Eds.). Análises regionais e globais do turismo brasileiro. São Paulo: Roca, 2005.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR

Resenha

SWARBROOKE,John; HORNER;Susan Comportamento do consumidor no Turismo. Tradução de Saulo Krieger. São Paulo: Aleph.2002


O texto é constituído por quadro momentos. No primeiro há uma visão geral do conteúdo, apresentando a importância  da tomada de decisões individuais dos consumidores de turismo, dando uma abordagem mais ampla na sua visão de mundo, como fator decisivo para se escolher o seu destino. O autor nos mostra quem são esses consumidores, suas motivações, como influenciados e como agem. 


No segundo momento o autor analisa o processo individual de tomada de decisão da demanda e a ligação que este tem com modelos de comportamento do consumidor. Uma questão a ser observada são as diferenças existentes entre as pessoas, pois elas tem diferentes atitudes, percepções, imagens e motivações que influenciam em suas decisões para as viagens que realizarão. As pessoas tem percepções que se diferem uma das outras, nas formas de pensar sobre questões, que são percepções captadas na sua infância, família, experiencias profissionais, educação, livros, programas de televisão, filmes e imagens promocionais.  


O autor destaca ainda como o comportamento do consumidor no turismo precisa ser gerenciado para se compreender as razões que fazem com que o consumidor chegue a sua escolha em relação a um produto turístico. Por isto é necessário estudar o comportamento do turista para saber os seus motivos para o consumo, e diante disto prever os possíveis efeitos nas táticas promocionais antecipando as chances de sucesso em aquisições turísticas, analisando as diferentes segmentações de mercado, baseando no comportamento de compra.

No terceiro momento estudam-se as variáveis que diferem dos patrões de consumo. Esses mudam de acordo com os padrões dos produtos disponíveis, além ainda de se estudar como os indivíduos aprendem a comprar os produtos turísticos, como as variações são complexas e mais pratico, compreender os princípios de comportamento de foram geral, trabalhando de forma interdisciplinar usando as disciplinas de psicologia, sociologia e economia.


No quarto momento o autor discute em subtemas os 4 elementos básicos do processo de decisão do consumidor do turismo, conceituando-os:


Energizadores de demanda: O principal fator é a motivação, considerada fundamental para as analises do comportamento do consumidor, pois induz a sua tomada de decisão. Grande parte das teorias sobre demanda foi construída com base na piramide de Maslow . Para reforçar a teoria da motivação, porém o autor defende que esta bordagem está incompleta, segundo ele para se estudar a motivação em turismo deve-se considerar a economia 


Efetivadores de demanda: O consumidor terá desenvolvido ideias a respeito de uma destinação, um produto ou uma organização, através de um processo de aprendizagem, atitudes e associações, a partir de mensagens promocionais, informações. Isso irá afetar a imagem do consumidor e o conhecimento de um produtor turístico. Servindo assim para elevar ou diminuir os vários energizadores que levam a ação do consumidor.


Os papeis e o processo de decisão: Os turistas podem ser definidos por apresentar papeis diferentes. Está ligada a necessidade de cada um. Vários autores sugeriram características variadas para os papeis do turista. 


Determinantes da demanda: O processo de tomada de decisão do consumidor de turismo é sustentado pelos determinantes da demanda. Ainda que possa haver motivação, a demanda é filtrada, limitada e canalizada devido a fatores econômicos, sociológicos, valores culturais ou psicológico.   

Comentário


A analise do comportamento do consumidor é fundamental para compreender e antecipar a demanda turística, pois ela será influenciada por alguns pontos interligados como desejo, necessidade, tempo livre, dinheiro, a imagens, percepções e atitudes. Graças aos estudos de diferentes grupos e as combinações de característica similares e que é possível segmentar o mercado, possibilitando estudos para trabalhar equipamentos e serviços específicos. Deste modo torna-se mais fácil atender o turista em suas necessidades, desenvolvendo estrategias de marketing específicos e eficazes para cada grupo. Também, a analise do comportamento do turista será essencial na construção de dados estatistifico, por que eles contem observações sobre as motivações que poderá verificar o potencial turístico de um monumento, manifestações culturais ou de um local.


O texto Comportamento do consumidor e a Demanda Turística é interessante e de fácil compreensão, já que e linguagem não é rebuscada. Apresenta objetivo claro, embora ainda há necessidade de desenvolver os estudos sobre a demanda turística. Para tanto esse texto contem reflexões importantes para o conhecimento do estudantes de turismo, pesquisadores, professores ou colaboradores na área da turismologia.  





quinta-feira, 28 de abril de 2016

TURISMO RADIOATIVO


Um dos grandes motivadores de viagem é a curiosidade das pessoas em conhecer lugares fora do seu costume. Muitas vezes esses turistas são levados a lugares inóspitos e perigosos. Tornando-se pioneiro na pratica de um estilo de visitas. Assim acaba criando segmentos de mercado que pode parecer improvável. 



Um caso curioso foi o do turismo radioativo publicado no site da BBC. Segundo a matéria, após 30 anos da tragédia nuclear na região de Chernobyl, Ucrânia, o local tornou-se uma atração turística. Mesmo com os níveis de radiação ainda sendo alta, a zona vem atraindo milhares de turistas a cada ano. 



O lugar é uma verdadeira cidade fantasma. Seus habitantes tiveram que abandona-la às pressas. Atualmente a natureza invadiu a região da usina nuclear, enquanto que as ruas só há destroços e prédios velhos. Os únicos seres que permanecem no local são cavalos selvagens e poucos peixes.



Quem não tem coragem de se arriscar, mas tem curiosidade de conhecer a cidade deserta. Em breve estará disponível um programa no qual é possível fazer tour virtual. Com esse as pessoas poderiam ver e interagir no ambiente através de uma representação em 3D.



Referências 

BBC, "Turismo radioativo’: Chernobyl terá tour virtual" 26 abril 2016


Veja as matérias sobre este caso no no link:

quarta-feira, 20 de abril de 2016

TURISMO DE EVENTO


A industria do turismo está sempre dependente do ambiente externo. Esse fato traz tanto beneficio como malefício. Um dos fatores externos que influência no sistema turístico e a diferença entre a alta e baixa temporada.

Na alta temporada (férias, feriados e finais de semana) devido ao grande fluxo de turista, há ganhos tanto para os empresários como para a comunidade. Os hotéis e restaurante ficam cheios, o artesanato é vendido com mais facilidade e a mais possibilidade de emprego. Já na baixa temporada há uma perda dos ganhos, porque há menos movimento de pessoas. Assim para diminuir esta diferença as cidades estão apostando no turismo de evento.


A vantagem dos eventos é que eles podem ser realizados na baixa temporada. Além de haver variadas opções no nicho, dentre os quais a os ligado aos esportes, tecnico cientifico,  culturais e de negócios.

Na elaboração do evento é movimentada várias empresas como as organizadoras, montadoras de feiras, agencia de publicidade, gráficas e as proprietárias dos espaços para o evento. Há também a contribuição de outras empresas que não estão ligadas diretamente a organização do evento mas, que são essenciais dentre os quais restaurantes, hotéis, lojista, locadoras de veiculo etc.Já no espaço do evento é fundamental a presença de vários profissionais como segurança, carregador, eletricista, motorista, faxineiro. Assim pode-se verificar como o evento gera emprego para os diversos profissionais e favorece o efeito multiplicador.

Os eventos também são um meio de divulgação da cidade, pois quando o turista participa e aprecia acaba relatando sua experiência a outras pessoas retornado em eventos posteriores. Por isso os eventos devem ser bem planejado para não criar uma imagem positiva no imaginário das pessoas participantes.

Em Tiradentes os principais eventos são o Festival Gastronômico de Tiradentes e a Amostra de Cinema, a finalidade destes eventos é gera renda para o município e promover a cidade, pois, as pessoas que viajam para participar dos eventos, também acaba conhecendo a riquezas históricas da cidade, como museu, chafariz, cadeia, casarões, artesanato, igrejas e capelas do período Colonial e também as belezas naturais, dentre os quais cachoeiras e as Unidades de conservações Serra São José.

Durante o festival gastronômico e montada uma agenda cultural que inclui shows, exposições, peças teatrais, etc. Além de ser possível experimentar pratos feitos por chefs brasileiros e internacionais.

Outro evento de destaque é a Amostra de cinema em Tiradentes. A amostra foi criada em 1998 com a missão de promover o cinema brasileiro, integrar o publico com as produções nacionais e estimular a criação artística.

Em Janeiro de 2006 nos dias 20 e 28 ocorreu a nona edição com o tema livre pensar. A programação e bem diversificada pois, além da apresentação de filmes acontece oficinas, debates, mesas redondas, seminário e espetáculos teatrais. A seleção dos melhores filmes e feito através de um júri popular.