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terça-feira, 15 de setembro de 2015

ECONOMIA DO TURISMO

Conceitos 

Economia 

A palavra economia teve origem no grego oikos (casa) e nomos (norma lei). Assim teríamos o termo oikonomia que quer disser administração de uma residencia. Subentendido também como administração da coisa pública ou de um estado.

A economia estuda as alternativas pelas quais os diferentes estilos de sistemas econômicos administram os recursos limitados com o objetivo de criar bens e serviços para que possa satisfazer as necessidades ilimitadas da população. Ou seja se a finalidade é atender o maior número de anseios da população, sendo que os recursos são escasso, assim a administração desses recursos teve ser realizada de forma cautelosa, parcimoniosa, racional e eficiente. 

Turismo 

É o deslocamento temporário de indivíduos para regiões distantes dos lugares de moradia e trabalho. Nesses destinos, durante a permanência, são incluídos atividades que as atendam as necessidades do turista. 

Os conceitos mais tradicionais apenas colocam as viagens de férias, estudos, esportes, saúde, de religião e eventos etc, ignorando as viagens de negócios como parte do turismo. Contudo um ponto deve ser sempre ressaltado, o de que o forasteiro não deva exerça nenhuma atividade remunerada. 

Riqueza 

Considera-se riqueza social um agrupado de elementos materiais e imateriais que são escassos. Os bens e serviços formam a riqueza social. Seus principais aspectos são de terem serventia para as pessoas e estarem, mesmo limitados, disponíveis.

Bens: equipamentos, construções, joias, alimento, obras de arte etc.

Serviços: transportes, correio, atendimento hospitalar, segurança, agência de viagens. 

Então, se não existisse bens e serviços pouco fraquentes, a qual nômea-se de bens econômicos, fatalmente não precisaria ter o estudo da economia. Todos os bens seriam ilimitados e livres para o desfrute. 

Por causa da escassez, precisam ser produzidos, tornando um bens materiais ou de serviços. O processo de mudança é conhecido como ato de produção que se passa por três setores da economia. 

Setor primário- esta ligada a produção, por meio do uso dos recursos da natureza. 

Setor secundário- consiste nas atividades de produção que abarca as industria. É o setor que transforma a matéria prima em produto como roupa, automóvel, alimentos industrializados etc. 

Setor terciário- São as atividade de produção, a qual encontra-se os serviços. 

Concluindo, os bens e serviços gerados nos setores descritos acima compõem a riqueza de um país. A riqueza é designada como um agregado de bens e serviços que as pessoas podem utilizar para fins econômico. 

Necessidade

Os homens apresentam diversas necessidades que garantiram a sua sobrevivência. Maslow elaborou uma piramide dividindo essas em:

Básicas ou primarias que possui carácter fisiológico e as de segurança.

Secundaria que consiste em necessidades sociais, estima e auto realização. 

Além disso percebe-se que as necessidades humanas são diversas e se diferenciam de pessoa para pessoa nas mais distintas classes sociais, porém um aspecto sempre deve ser considerado, as necessidades são ilimitadas, já que à medidas que são saciadas outras vão surgindo.

Utilidade 

Utilidade é conceituada como a qualidade que os bens econômicos tem de saciar as necessidades humanas e pode também ser definida como o grau de satisfação que os consumidores confere aos bens e serviços.

Já que o consumidor não consegue ter tudo o que almeja, ele é obrigado a optar entre um e outro. Se dá preferencia a mais de um bem e serviço, ele passa a obter uma quantidade menor de outro. Independente da situação, o consumidor atua logicamente no sentido de conseguir o maior grau de satisfação com os seus gastos. 

É importante ressaltar que os bens e serviços, à medida que vão sendo consumidos no decorrer do tempo, passam a diminuir o grau de satisfação. Este efeito é conhecido como principio da unidade marginal decrescente. Ou seja a unidade (satisfação) obtida pelo consumidor de um certo bem ou serviço, decai à medida que esse consome mais unidade do mesmo. 

Além disso o consumidor determina um nível de preferências entre os bens e os serviços que são alternativos. Isso que disser que o individuo tem a opção de escolher entre os que lhe garantiram maior satisfação, uma vez que os recursos são escassos.  

Agentes econômicos

A atividade turística conta com o envolvimento de diferentes grupos e esses influenciam a maneira de produzir e de consumir. A integração dos pontos de vista, das intenções que deseja ser alcançadas e dos esforços mútuos são fundamentais para o incremento do turismo. Estes grupos são:

Os turistas: Grupo que procura varias opções de satisfação psíquicas e físicas, buscando potencializar ao máximo a utilidade (satisfação) de suas viagens. A característica das mesmas determinará, na maioria das vezes as alternativas de destinos, o tipo de transporte, de hospedagem e as atividade recreativas. 

As empresas turísticas: Este grupo considera o turismo uma oportunidade de maximizar seus lucros. São as organizações privadas que oferecem os vários tipos de bens e serviços que o mercado necessita. 

O governo: que acolhe o turismo como um fator econômico, por isso o relaciona com as entradas de receita que a população consegue através da atividade turística. Essa beneficia com as divisas alcançadas, por meio do turismo internacional e com o volume maior de arrecadação dos imposto obtidos aos gastos dos consumidores. 

A comunidade anfitriã: Corresponde aos indivíduos residentes no destino turístico. Eles consideram o turismo um fator cultural. Um dos resultados mais importante é o intercambio entre moradores e os visitantes.

É fundamental que no desenvolvimento do produto turístico que aja compatibilidade de interesses e de esforços conjuntos dos agentes citados acima. 

Produto turístico 

Consiste num agrupado de bens é serviços ligados a atividade turística. O produto turístico pode ser caracterizado como um produto conjugado, pois é constituído pelos seguintes elementos transporte, alimento, hospedagem e entretenimentos. Assim como a maioria dos outros bens e serviços, ele está disponível na natureza de maneira limitada, precisa ser produzido e é definido como riqueza social. Nestes há um número grande de maneiras pelas quais os produtos turísticos individuais podem ser combinados e repassado ao cliente. 

O produto turístico deve ser também pensado em termos de suas atrações, suas facilidades e suas acessibilidade. As atrações caracterizam-se como um dos fatores que determinará a triagem feita pelo turista diante das alternativas de visita. Este será escolhido entre um e outro. Assim são estes os componentes que geraram o fluxo de pessoas para um lugar específicos. As facilidades: São os componentes que não são os responsáveis diretos pelo fluxos turístico, mas a falta destes atrapalha a permanecia do forasteiro na região. Eles complementam os recursos turístico, dentre os quais temos as acomodações, os restaurantes, os bares, as farmácias, e a acessibilidade que inclui o sistema de transporte e o acesso a atração.

Como qualquer outro bem e serviço, o produto turístico pode apresenta-se de duas maneiras, complementares ou substitutos. Os bens e serviços complementares é o bem que não pode ser consumido sem a presença de um outro. No caso do produto turístico, ele possui quatro componentes essenciais, o transporte, a alimentação, a acomodação, e o atrativo. Cada um pode ser complementar do outro, por exemplo o transporte necessita do meio de hospedagem. Enquanto a hospedagem precisa do atrativo. O atrativo do serviço de alimentação. 

Já os bens e serviços substitutos são os que podem operar em substituição a outro. No turismo dentro de cada componentes existirá um que poderá repor o outro. Como por exemplo, o turista poderá optar chegar ao destino de trem, ao invés de ir de ônibus.


segunda-feira, 10 de agosto de 2015

RESUMO DO TEXTO "O VALOR TURÍSTICO (RE) DEFINIÇÃO ECONÔMICA DO TURISMO

Concepção teórica de economia do turismo

O professor Emérito de Mcintosh, ao analisar os estudos feitos sobre o turismo, constatou que não há uma elaboração própria de um corpo teórico sobre a disciplina. Já que as pesquisas realizadas apresentam teorias de diversos campos de conhecimento.

Para que as pesquisas fujam dos estudos de casos das ciências aplicadas, deve-se cumprir sete requisitos:

1. Apresentar uma nova orientação para see base de estudos futuros.
2. Ser adequado e atraente.
3.Ter uma linguagem universal para facilitar a comunicação
4.Poder ser aplicado.
5. Entender as múltiplas razões das necessidades dos turistas.
6. Ter um foco que possibilita sucessivas mutações 
7.Examinar as variáreis extrínsecas e intrínseca, sociais e individuais.

Os livros escritos sobre economia do turismo valorizam mais aos impactos positivos do que negativos. Dentre os efeitos positivos são citados estímulos sobre os investimentos, estabilidade do preço,melhora na distribuição de renda, aumento da produção e do emprego e efeito multiplicador. Portanto ao analisar a economia do turismo propõem-se aplicar uma visão mais critica para obter resultados com maior transparência. Assim os impactos apresentaram uma maneira diferente de ser interpretada.

Para Figueirola existem três sistemas de mediação consagrados mundialmente: 
-A OMT Organização Mundial do Turismo que padroniza as contas nacionais no mundo inteiro.
-Contas satélites, é um sistema de alta especialização das contas nacionais que melhor assimila os impactos do turismo, por meio de um sistema  de informação complexa.
-Matriz de insumo produto, É o diagnostico que tem como objetivo computar o valor que o turismo, criando uma maneira indireta e induzidas em suas sucessivas reproduções.

No entanto as teorias não absorvem a multiplicidade das riquezas geradas pelo turismo, As vezes concentram-se mais no trinômio Transporte-hospedagens-alimentação e excluem as viagens de negócio. A causa de tal fato é que a teoria do turismo, principalmente no domínio economia, ainda esta em construção.

A ciência do turismo 

Devido ao desenvolvimento da atividade econômica do turismo pelo mundo. No qual em muitos países esta atividade deixou de ser complementar para torna-se a principal fonte de renda, ocasionou um crescente volume de estudos literário sobre esta área. Jafari nomeou este acontecimento de cientificação do turismo. Com tantos trabalhos desenvolvidos, torna difícil a tarefa de coletar e sintetizar as ideias fundamentais. Não obstantes percebe-se que há uma aprofundamento na concepção de economia aplicada ao turismo. 

Ao contrario da ciências econômicas, o turismo ainda é uma ciência recente, por isso as escolas de pensamento estão apenas no começo de sua formação, mas tentam criar uma base própria, procurando entender o processo produtivo e de consumo do turismo sem esquecer as relações sociais, espaciais historicamente formada entre o homem e o meio, que as teoria do valor não consegue explicar de uma forma mais ampla o conteúdo social presente na produção e no consumo turístico. O turismo, como qualquer área cientifica, tem diversos conceitos. 

Os professores Hunziker e Krapf concentram seus estudos no objetivos da viagem para distinguir o que é turismo. Para eles turismo é o deslocamento e a permanência de um individuo no máximo 90 dias fora do local de residencia, sem que o motivo para o deslocamento seja o trabalho. 

Este conceitos não levam em consideração o valor turístico. 

Em 1991 a OMT definiu um conceito que abrange as atividades desenvolvidas por uma pessoa durante sua permanência, desde que sua estada não  ultrapasse um ano. Beni em sua obra Analise Estrutural do turismo defini três níveis: econômico, técnico e holístico. Nesta também ele busca entender o turismo receptivo e emissivo. Outra definição de departamento Australiano de Turismo e recreação descreve o turismo através da oferta, e não da demanda e traz o debate sobre o turismo como uma industria por causa coletivo de impressas 

Beni usa a palavra "atrair" que ira deduzir que o turismo existe um processo produtivo, assim a valor. A procura de saciar os desejos e não apenas a necessidade.

Há diferentes técnicas entre turista (aquelas pessoas que continuam em um destino por mais de 24 horas com objetivo de lazer, negocio, família, missões e conferencias.) e viajante (aquele individuo que não chega a ficar 24 horas num destino)

O conceito proporciona uma estrutura reflexiva e teórica que demonstra as características fundamentais distinguido o turismo de outros fenômenos semelhantes. As múltiplas explicações técnicas de turista oferecem conceitos para um definição geral que pode set aplicada internacionalmente.

Na construção técnica do termo turista deve verificar elementos culturais, esportivos, religiosos,  de negocio dentre outras formas de manifestações culturais, pois o processo produtivo é fruto destas interações. 

Beni traz uma contribuição para o desenvolvimento da investigação. A qual afirma ser o homem centro do turismo e o seu papel econômico e de subsidiar a atividade. 

O objetivo do turismo e oferecer através de empresas equipamentos receptivos para satisfação de seus clientes.

O estudo do turismo tem que abranger a vontade do homem da fuga mercantil.

Ao analisar o turismo como industria, que contem um coletivo de empresas produzindo bens turísticos. O bem que é produzido não representa o valor total. O tempo disponível do turismo que supõe livre é preenchido pelo mercado.

A corrente utilitarismo

A economia do turismo deve analisar a atividade em sua complexidade, ´pois possui varias dimensões psicológicas, sociológicas e politicas, que não é só econômica. Há outros motivos que acontece no antes, durante e depois da viagem.

o turismo é uma rede de negocio, a qual há varias empresas interagindo entre si, formando um sistema. Mas não há uma aprofundamento do que gera por traz das variáveis econômicas tradicionalmente arroladas como renda e emprego.

A economia do turismo procura pesquisar os motivos das pessoas em optarem por viagens para qualquer destino. Gastando seu dinheiro em vez de permanecer em casa. Na ótica microeconômica analisa as opções individuais das unidades. Já na ótica macroeconômicas verifica a demanda associada do turismo e os impactos diretos, indiretos e induzidos.

O produto turístico mistura varias atrações que contribui para formar o todo. Contem duas visões, uma vertical, a qual o produto turístico é analisado como um serviço organizado através da necessidade e vontade do publico. Já a visão horizontal e vista como uma serie de produtos individuais. Na qual os agentes do setor e os clientes produzem um produto turístico.  

Ao utilizar níveis de escolha, verifica que a atividade de lazer, dentre as quais o Hobbies e o entretenimento são concorrentes das viagens. Isso porque as pessoas, devido aos avanços tecnológicos e ao acesso a informação, esta transformando suas casas em locais de lazer em decadência das viagens que exigem deslocamento e um gasto maior. Esse argumento considera o turismo apenas uma atividade de lazer, sendo assim a escolha por viagens é uma função de ganho de satisfação maior do que a estada.

A corrente do deslocamento

O turismo é definido como uma troca espacial de poder de compra, consequência do deslocamento humano. Os rendimentos obtidos nos locais de residencia são levados, através do deslocamento, para outro lugar onde são adquiridos bens e serviços.

O foco concentra-se na demanda e a analise é feita através de índice da demanda: sazonalidade, índice de preferencia, ocupação, hotelaria etc.

Na averiguação da oferta turística é necessário realizar, através da classificação da demanda turística, dividindo-a em recepção, animação, fixação e o deslocamento favorecido pela infra- estrutura. Esta classificação engloba mais elementos do que os outros, porém não consegue definir a economia do turismo por causa da falta de um objetivo ou um campo de estudo.

O problema presente nesta corrente esta no fato da investigação não contemplar o motivo, porque as pessoas deslocam . O processo de produção do turismo de sua logica apoia nas relações sociais e as varias formas de produção humana, não somente mercantil. 

A corrente do desenvolvimento Industrial do turismo. 

A maioria dos autores adota a termologia "industria" para definir o campo de estudo do turismo, supondo que haveria a transformação da matéria prima comum, embora exista diversidade de áreas da economia do turismo.

Segundo esta corrente, a industria do turismo é aquela, que devido ao gasto do turista na localidade receptora, proporciona alguns benefícios ao local, dentre os quais geração de emprego e distribuição de renda permitido o desenvolvimento local.

Na industria do turismo há o processo de transformação da matéria prima, que são os recursos naturais e culturais em produtos a serem comercializados e consumidos. Caracteriza-se por um amontoado de empresas prestadoras de serviços ao setor. 

Cunho coloca em duvida este conceito ao afirmar que na industria há uma transformação física e química do produto, isso não acontece no turismo, porque os recursos não se alteram. 

Kotler exalta a industria do turismo comparando-a com a industria tradicional. Para ele esta em processo de estagnação e declara o desenvolvimento da força de atração. Também afirma a importância de trabalhar a imagem da cidade, principalmente a cortesia, hospitalidade e outros elementos do relacionamento sociais.

O termo industria, não demonstra uma unidade, e sim um conjunto heterogêneo, formada por todas atividades de bens e serviços. A única unidade que se tem é o consumo. 

A corrente das belezas naturais e do turismo auto sustentável.

Atualmente há uma tendencia da demanda turística em volta dos ambientes naturais como uma forma de escape.

Apesar das criticas, para uma melhor compreensão do turismo, dividi-se em fase. Pré turismo, turismo industrial, turismo industrial inicial, turismo industrial maduro, turismo pós- industrial e pós turismo. Embora a criação de novos produtos ou tecnologia não troca as anteriores, porque o mercado é segmentado.

Nesta analise o foco vai centra-se nas fases pós- industrial e industrial maduro, onde o turismo em áreas naturais ganha importância, também surgiu o termo baixa e alta temporada. A produção turística esta baseada nos recursos que há no espaço.

o produto turístico é o resultado de varias atividades, é formado por elementos como base dos recursos naturais (elementos primordial da oferta turística) infra estrutura (serve para atender as necessidades básicas da produção) e infra estrutura especifica (atender as necessidades do turistas).

Nesta corrente o valor turístico encontra-se nos recursos naturais. A concepção do crescimento sustentável do turismo, apoia-se nas decisões da Comissão Mundial sobre meio ambiente e desenvolvimento.

A visão do turismo como industria sem chaminé acaba caindo por terra. O turismo esta integrado em atividades que são poluidoras como transportes, falta de planejamento sanitário, pelo comportamento destruidor de alguns turistas etc.

Apesar desta corrente foca no meio ambiente natural. Ela não leva em consideração as perdas que acontece durante o consumo.

Uma analise critica as correntes

A maioria das correntes analisa as diversidades presentes que compõem o turismo, mas o objetivo de estudo é o próprio fenômeno turístico. Não havendo investigação sobre a lógica  e os processos.

O turismo não pode ser considerado como industria. É uma reunião de varias atividades que estão incluídas no setor terciário, e que possui características especificas comparado com a industria. Dentre as quais o produto é consumido ao mesmo tempo em que é produzido; o produto não pode ser estocado tornando-se perecível; os bens turísticos, ao ser consumidos, não eliminam o consumo de outro turista; há um contato direto com o consumidor; a capacidade de gerar emprego é maior do que nas industrias; o setor de serviços vem ganhando importância, principalmente depois que as maquinas começaram a substituir a força humana.

O valor turístico também é diferente, pois nesta atividade, setores como hospitalidade e a informação são fundamentais para a sua definição. Investimento e consumo são fatores externos responsáveis pela dinamização.

Entendendo o desenvolvimento e a complexidade do turismo é fundamental. Não deve-se procurar somente satisfazer só os vendedores e produtores, ou saciar apenas os desejos dos turistas sem estabelecer limites. O turismo não pode ser visualizado apenas na esfera mercantil, ou como simples prestador de serviços. As correntes que apoiam no valor de uso só tem como resultado a analise do consumo e da produção. Há uma integração social que deve ser observada e elementos culturais, herança histórica, meio ambiente etc.

Na sociedade privada o tempo essencial, trabalho, modifica-se em mercadoria, convertendo-se em dinheiro e é adquirida pelo capital. 

No turismo há um processo diferenciado de reprodução e valorização, pois as manifestações sociais, frutos do valor turístico se multiplicam em integração. Enquanto a mercadoria o valor turístico da criação humana não se esgota. Deste modo o capital determina uma nova relação de agregação de valor, afastando-se do circuito da relação capital trabalho e procurando o circuito das relações capital- social, capital ambiental, capital cultural dentre outros.

As unidades de valor demonstram no turismo menos força de atração, isolada do que reunidas. A quantidade de atributo associado a unidades capitalistas varia a amplitude e a magnitude do valor turístico, elas devem ser trabalhadas através da cooperação. O planejamento e a organização são instrumentos para aumentar a força de atração. 

O que determina o investimento não é as belezas naturais ou a representantes políticos, ou ainda o programas de construção da imagem, mas sim a dinâmica deste setor esta ligada à inovação.

O que determina o investimento não é as belezas naturais ou representares políticos, ou ainda a programas construção da imagem, mas sim a dinâmica deste setor, esta ligada à inovação.

Alguns autores sustentam a ideia que o turismo e a causa do desenvolvimento de alguns países ricos. Esta afirmativa não é valida, pois estes países historicamente são desenvolvidos.

A organização das nações unidas aplica os seguintes itens para demostrar o grau de desenvolvimento: índice de mortalidade infantil, esperança de vida media, grau de dependência econômicas externa, nível de industrialização, potencial cientifico e tecnológico, grau de alfabetização, etc.

o turismo representa uma alternativa ao desenvolvimento, mas não se pode esperar que a atividade seja uma espareça para resolver todos os problemas da sociedade como: a dificuldade de englobar a população na economia nacional, o endividamento interno e externo, dentre outros. 

A definição para  a economia do turismo 

A economia do turismo analisa como os indivíduos se organizam na procura de alternativa para usufruir os recursos existentes na produção turística em uma localidade e a divisão da renda gerada. No entanto esta definição de economia do turismo deve-se levar em consideração os períodos de expansão e retração dos fluxos nacionais e internacionais de turista. alem do valor turístico que esta presente nas relações sociais como a historia da coletividade e suas relação com o ambiente cultural, religioso, ecológico, dentre outros elementos que representam a força da atratividade.

O valor turístico e seus processos

Há varias formas de manifestações do valor turístico, como o clima, as belezas naturais, os eventos, os parques temáticos e negócios, mas o que prevalece são os conjuntos de relações sociais presente em um determinado espaço. O turista tem outras necessidades que não estão ligadas ao simples consumo.

O valor turístico possui característica diferenciada das mercadorias que necessitam de matéria prima para se transformada.

O escopo teórico é baseado em quatro processo, o de agregação de valor que se fundamenta na continua elaboração efetuada pelo trabalho humano, através de vários elementos somados que se dispõem em gerar valor. Processo de transformação do valor é o modo que os valores in natura ou elaborados se modifica em valor turístico e este em valor de troca de uso intervindo pelo dinheiro. O processo de chancelamento do valor é a necessidade da aprovação do turista para se realizar enquanto valor. Através desta pode-se perceber o poder de atração que é analisado, por meio do deslocamento e da permanência. O processo de valorização do valor demonstra a necessidade de crescimento do valor e esclarece a propensão do valor em se acumular e se concentrar.