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terça-feira, 15 de setembro de 2015

ECONOMIA DO TURISMO

Conceitos 

Economia 

A palavra economia teve origem no grego oikos (casa) e nomos (norma lei). Assim teríamos o termo oikonomia que quer disser administração de uma residencia. Subentendido também como administração da coisa pública ou de um estado.

A economia estuda as alternativas pelas quais os diferentes estilos de sistemas econômicos administram os recursos limitados com o objetivo de criar bens e serviços para que possa satisfazer as necessidades ilimitadas da população. Ou seja se a finalidade é atender o maior número de anseios da população, sendo que os recursos são escasso, assim a administração desses recursos teve ser realizada de forma cautelosa, parcimoniosa, racional e eficiente. 

Turismo 

É o deslocamento temporário de indivíduos para regiões distantes dos lugares de moradia e trabalho. Nesses destinos, durante a permanência, são incluídos atividades que as atendam as necessidades do turista. 

Os conceitos mais tradicionais apenas colocam as viagens de férias, estudos, esportes, saúde, de religião e eventos etc, ignorando as viagens de negócios como parte do turismo. Contudo um ponto deve ser sempre ressaltado, o de que o forasteiro não deva exerça nenhuma atividade remunerada. 

Riqueza 

Considera-se riqueza social um agrupado de elementos materiais e imateriais que são escassos. Os bens e serviços formam a riqueza social. Seus principais aspectos são de terem serventia para as pessoas e estarem, mesmo limitados, disponíveis.

Bens: equipamentos, construções, joias, alimento, obras de arte etc.

Serviços: transportes, correio, atendimento hospitalar, segurança, agência de viagens. 

Então, se não existisse bens e serviços pouco fraquentes, a qual nômea-se de bens econômicos, fatalmente não precisaria ter o estudo da economia. Todos os bens seriam ilimitados e livres para o desfrute. 

Por causa da escassez, precisam ser produzidos, tornando um bens materiais ou de serviços. O processo de mudança é conhecido como ato de produção que se passa por três setores da economia. 

Setor primário- esta ligada a produção, por meio do uso dos recursos da natureza. 

Setor secundário- consiste nas atividades de produção que abarca as industria. É o setor que transforma a matéria prima em produto como roupa, automóvel, alimentos industrializados etc. 

Setor terciário- São as atividade de produção, a qual encontra-se os serviços. 

Concluindo, os bens e serviços gerados nos setores descritos acima compõem a riqueza de um país. A riqueza é designada como um agregado de bens e serviços que as pessoas podem utilizar para fins econômico. 

Necessidade

Os homens apresentam diversas necessidades que garantiram a sua sobrevivência. Maslow elaborou uma piramide dividindo essas em:

Básicas ou primarias que possui carácter fisiológico e as de segurança.

Secundaria que consiste em necessidades sociais, estima e auto realização. 

Além disso percebe-se que as necessidades humanas são diversas e se diferenciam de pessoa para pessoa nas mais distintas classes sociais, porém um aspecto sempre deve ser considerado, as necessidades são ilimitadas, já que à medidas que são saciadas outras vão surgindo.

Utilidade 

Utilidade é conceituada como a qualidade que os bens econômicos tem de saciar as necessidades humanas e pode também ser definida como o grau de satisfação que os consumidores confere aos bens e serviços.

Já que o consumidor não consegue ter tudo o que almeja, ele é obrigado a optar entre um e outro. Se dá preferencia a mais de um bem e serviço, ele passa a obter uma quantidade menor de outro. Independente da situação, o consumidor atua logicamente no sentido de conseguir o maior grau de satisfação com os seus gastos. 

É importante ressaltar que os bens e serviços, à medida que vão sendo consumidos no decorrer do tempo, passam a diminuir o grau de satisfação. Este efeito é conhecido como principio da unidade marginal decrescente. Ou seja a unidade (satisfação) obtida pelo consumidor de um certo bem ou serviço, decai à medida que esse consome mais unidade do mesmo. 

Além disso o consumidor determina um nível de preferências entre os bens e os serviços que são alternativos. Isso que disser que o individuo tem a opção de escolher entre os que lhe garantiram maior satisfação, uma vez que os recursos são escassos.  

Agentes econômicos

A atividade turística conta com o envolvimento de diferentes grupos e esses influenciam a maneira de produzir e de consumir. A integração dos pontos de vista, das intenções que deseja ser alcançadas e dos esforços mútuos são fundamentais para o incremento do turismo. Estes grupos são:

Os turistas: Grupo que procura varias opções de satisfação psíquicas e físicas, buscando potencializar ao máximo a utilidade (satisfação) de suas viagens. A característica das mesmas determinará, na maioria das vezes as alternativas de destinos, o tipo de transporte, de hospedagem e as atividade recreativas. 

As empresas turísticas: Este grupo considera o turismo uma oportunidade de maximizar seus lucros. São as organizações privadas que oferecem os vários tipos de bens e serviços que o mercado necessita. 

O governo: que acolhe o turismo como um fator econômico, por isso o relaciona com as entradas de receita que a população consegue através da atividade turística. Essa beneficia com as divisas alcançadas, por meio do turismo internacional e com o volume maior de arrecadação dos imposto obtidos aos gastos dos consumidores. 

A comunidade anfitriã: Corresponde aos indivíduos residentes no destino turístico. Eles consideram o turismo um fator cultural. Um dos resultados mais importante é o intercambio entre moradores e os visitantes.

É fundamental que no desenvolvimento do produto turístico que aja compatibilidade de interesses e de esforços conjuntos dos agentes citados acima. 

Produto turístico 

Consiste num agrupado de bens é serviços ligados a atividade turística. O produto turístico pode ser caracterizado como um produto conjugado, pois é constituído pelos seguintes elementos transporte, alimento, hospedagem e entretenimentos. Assim como a maioria dos outros bens e serviços, ele está disponível na natureza de maneira limitada, precisa ser produzido e é definido como riqueza social. Nestes há um número grande de maneiras pelas quais os produtos turísticos individuais podem ser combinados e repassado ao cliente. 

O produto turístico deve ser também pensado em termos de suas atrações, suas facilidades e suas acessibilidade. As atrações caracterizam-se como um dos fatores que determinará a triagem feita pelo turista diante das alternativas de visita. Este será escolhido entre um e outro. Assim são estes os componentes que geraram o fluxo de pessoas para um lugar específicos. As facilidades: São os componentes que não são os responsáveis diretos pelo fluxos turístico, mas a falta destes atrapalha a permanecia do forasteiro na região. Eles complementam os recursos turístico, dentre os quais temos as acomodações, os restaurantes, os bares, as farmácias, e a acessibilidade que inclui o sistema de transporte e o acesso a atração.

Como qualquer outro bem e serviço, o produto turístico pode apresenta-se de duas maneiras, complementares ou substitutos. Os bens e serviços complementares é o bem que não pode ser consumido sem a presença de um outro. No caso do produto turístico, ele possui quatro componentes essenciais, o transporte, a alimentação, a acomodação, e o atrativo. Cada um pode ser complementar do outro, por exemplo o transporte necessita do meio de hospedagem. Enquanto a hospedagem precisa do atrativo. O atrativo do serviço de alimentação. 

Já os bens e serviços substitutos são os que podem operar em substituição a outro. No turismo dentro de cada componentes existirá um que poderá repor o outro. Como por exemplo, o turista poderá optar chegar ao destino de trem, ao invés de ir de ônibus.


quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

O QUE É TURISMOLOGIA?

Turismologia é a ciência que tem o turismo como fonte de estudo. Ela empenha-se em entender e analisar o turismo em seu contexto. Associa-se as ciências sociais e as ciências econômicas. Essas são fundamentais para que os elementos do turismo não fossem estudados separadamente.

A palavra "turismologia" originou-se em 1966. Quem criou este termo foi Pierre Defert, mas foi Zivadin Jovicic que o difundiu. Em 1972 Jovicic e seus companheiros cientistas criaram a revista titulada Turismologia. O termo se popularizou porque era de simples compreensão linguística.

O cientista que se dedica ao estudo desta atividade social é chamado de turismólogo ou bacharel em turismo. A função deste profissional é planejar a atividade turística em sua totalidade; analisar os possíveis impactos ambientais e sociais; criar roteiros; organizar eventos; verificar a capacidade de carga; administrar os empreendimentos turísticos; catalogar atrativos; diagnosticar as potencialidades e as deficiências; selecionar qual o melhor segmento a ser trabalhado e criar ações que favoreça a conscientização da comunidade sobre a relevância do turismo como ferramenta de desenvolvimento econômico e social. Dentre outras funções, pois é impossível descrever todas, visto que o turismo é uma área diversificada e multidisciplinar. Há varias formas de turismo, de modo que vai se criando varias áreas de acordo com as necessidades profissionais apresentadas.

Recentemente o turismólogo teve a sua função reconhecida por lei. No dia 19/01/2012 a Presidenta Dilma Rousseff sancionou a lei 12.591. Esta foi publicada no Diário Oficial.  
VER EM: http://espacodeturismo.blogspot.com.br/2012/10/lei-que-regulamenta-profissao-de.html

Veja também TURISMÓLOGO VERSUS BACHAREL EM TURISMO: http://espacodeturismo.blogspot.com.br/2012/12/turismologo-e-bacharel-em-turismo.html
 

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

TURISMÓLOGO VERSUS BACHAREL EM TURISMO



Segundo a professora Barretto “a turismologia é o estudo do fenômeno turístico enquanto fato social (no sentido dado a esta expressão por Durkheim no século XIX). O turismo é o fenômeno em si”

Portanto o fenômeno e o estudo do fenômeno são dois fatores distintos. Essa diferença deveria ser trabalhada com clareza nos cursos de turismo. Pois o aluno seria  capaz de saber separar o que é formação para o mercado de turismo e o que é a especialidade dedicada a analise do fenômeno.

Assim sendo o turismólogo é o cientista que se dedica aos estudos dos fenômenos turísticos, independentemente de qualquer referencial teórico. Não necessariamente precisa ter uma formação em turismo, mas tem que ter conhecimento técnico sobre a área. Portanto, além do bacharel em turismo, o geógrafo, antropólogo ou outro qualquer profissional podem desempenhar esta função.


Já o bacharel em turismo é o profissional qualificado para trabalhar em qualquer na área do turismo. Ou seja pode atuar tanto no mercado, trabalhando em cargos nos hotéis, agencia, evento, secretaria municípais, escritório de consultor e de fiscalisação etc, quanto na área de estudo como cientista e planejador da atividade

Veja também o que é turismologia. http://espacodeturismo.blogspot.com.br/2012/12/o-que-e-turismologia.html

Referência 

 Entrevista com a professora Dra. Margarita Barretto Por Ana Marina Godoy http://www.partes.com.br/entrevistas/entrevistas7.asp

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

HISTÓRICO DO TURISMO

Idade Antiga

Desde a origem da humanidade o homem deslocou-se de um local para outro. As razões para estas viagens eram variadas como caça, religião, guerra, lazer e jogos.

Historicamente o turismo teve início a partir do momento que o homem deixou de ser sedentário e passou a se deslocar, levado pela necessidade de trocar mercadorias com outros povos. 

Na antiguidade, um grande número viajava para assistir os jogos Olímpicos na Grécia e para participar de espetáculos culturais e cursos, que eram, para os cidadãos, uma forma de se destacar das outras classes sociais, principalmente dos escravos.

Os jogos Olímpicos tinham a capacidade de atrair um grande número de pessoas. Os primeiros locais de hospedagens surgiram nesta época, que eram as próprias casas dos moradores. Não demorou muito e foram criadas as primeiras hospedarias e os gregos foram considerados como povos hospitaleiros.

Os povos da civilização romana deslocavam-se para participar de campanhas militares e assim conquistar territórios. Os ricos desta civilização viajavam para refugiar-se em vilarejos de veraneios procurando repouso e distancia do barulho das cidades. Também viajavam por motivo de lazer e de tratamento de saúde. Gostavam das estações de água em regiões litorâneas onde aconteciam bailes e jogos de azar. Os banhos medicinais praticados com água do mar ou talassoterapia, apreciados pelos romanos, datam cerca de 500 anos a.c, com os primeiros Spas registrados na história da humanidade.

Os romanos gostavam de viajar para conhecer os templos famosos na região do Mediterrâneo, especialmente as Pirâmides e os monumentos do Egito. Os homens deste Império adoravam comprar mercadorias no exterior, assim como os turistas de hoje.

Os romanos foram os primeiros a construírem estradas pavimentadas em torno de 150 a.c, o que facilitava, naquele período, o deslocamento das pessoas. Algumas dessas estradas ainda usadas até hoje.  

Idade Média 

Na Idade média os cristãos viajavam a localidades de interesse religioso e se hospedavam em albergues de caridade. Os monges e sacerdotes estimulavam as viagens para divulgar os mosteiros, organizando as viagens de peregrinação, por volta do século XIV. Estas viagens tinham um motivo religioso e foram as primeiras formas de deslocamentos que envolviam um grande número de pessoas de todas as classes sociais. Estas viagens também tinham um objetivo recreativo e social. 

A peregrinação mais famosa na Idade Média foi a de visita ao túmulo de Santiago, na cidade de Compostela, na Espanha. Esta peregrinação acontece até os dias de hoje. 

Grandes viagens para descobrir novas terras e novas culturas foram realizadas dos séculos XIII ao XVI por Marco Pólo, Colombo e os navegantes portugueses. O resultado foi à ampliação de horizontes do mundo conhecido.

O grand Tour

Com o Iluminismo ocorreu a viagem de caráter intelectual. Onde as famílias ricas realizavam viagens para conhecer culturas distantes. O chamado Grand Tour que duravam geralmente três anos.  

 Eram viagens educacionais e culturais realizados pelos jovens de Classe alta. Cada viagem durava em média três anos e eram importantes para o inicio de uma carreira diplomática ou de comerciante. 

O turismo e a Revolução Industrial  

A Revolução Industrial aconteceu na Europa de 1750 a 1850. Máquinas a vapor foram inventadas e introduzidas em fábricas. Os meios de transporte também evoluíram, surgindo a as locomotivas e os navios, também a vapor.

Varias pessoas que trabalhavam na agricultura de subsistência nas áreas rurais passaram a trabalhar em fabricas. Mudanças econômicas e sociais ocorreram e, com isso, uma nova classe social surgiu: a classe média. Os trabalhadores passaram a ter recursos financeiros para viajar, tempo livres (folga) e interesse por viagens. Esta foi à época da população do turismo, o que antes era privilégio somente da classe nobre, aqueles que faziam os Grand Tours. 
No início, as viagens de lazer realizadas pela classe média duravam apenas um dia porque a renumeração e o tempo livre eram reduzidos. Próximo ao final do século XIX, os trabalhadores passaram a usufruir férias anuais.

A renovação provocada por Tomas Cook:  

Um inglês de nome Tomas Cook percebeu em 1841 que para viajar não era necessário somente o barco ou o trem. Era necessária organização. Então, ele teve a idéia de oferecer serviços de alojamento e alimentação para os clientes, como também informações sobre as viagens. Neste mesmo ano, Cook realizou a primeira excursão organizada para 570 pessoas na Inglaterra e introduziu o pacote turístico: o package tour, além de criar o bilhete comprovante da viagem: o voucher.
Em 1872 realizou a primeira volta ao mundo com nove pessoas, que teve duração de 222 dias.

Tomas Cook morreu em 1892 quando sua agência de viagem era a mais importante do mundo. Eram 85 agência em vários países do mundo, empregando mais de 1700 pessoas.

Turismo no século XIX

O século XIX é marcado pelo desenvolvimento acelerado das ferrovias. Tanto na extensão de suas linhas como também no melhoramento de equipamentos e serviços. George Mortimer Pullman em 1860 teve a idéia, nos Estados Unidos, de criar o vagão dormitório e o vagão salão nas maquinas ferroviária. Esta inovação trouxe mais conforto para os viajantes.

A evolução dos hotéis e restaurantes 

A iluminação a gás ou elétrica estimulou a criação de entretenimento noturno, como os cabarés e o desenvolvimento da atividade gastronômica e hoteleira nos centros urbanos.

A crescente urbanização gerou uma nova necessidade: as pessoas que residiam nos subúrbios começaram a procurar serviços de alimentação na zona onde trabalhavam. Surgem os restaurantes econômicos. Seu uso foi se estendendo para os que visitavam a cidade com o objetivo de fazer compras e praticar negócios. Os turistas de negócios. 

O  fascínio pelas paisagens 

A burguesia acendeu-se na segunda metade do século XIX, assim começou a construir casas campestres.

Este interesse pela vida campestre foi devido ao movimento romantismo na arte e na literatura que valorizava os cenários naturais, montanhas e a vida no campo. A montanha exerceu um fascínio especial na alma romântica da época, tornando-se um atrativo de verão. Nas residências campestres, buscava-se gozar dos compromissos sociais e momentos de uma vida bucólica num movimento conhecido como paisagismo.

Por causa deste fascínio pelo meio ambiente natural houve em 1872 a criação do primeiro Parque Nacional do mundo O “Yellowstone Park”. Inaugurado no dia 12 de março de 1872 com 2,2 milhões de acres de área selvagem. Já no Brasil o primeiro Parque Nacional foi o Parque Nacional do Itatiaia em Resende-RJ.

Turismo no século XX: de 1900 a 1950.

Este período foi marcado pela invenção do automóvel.  Devido esta inovação as pessoas não necessitavam fazer viagens coletivas, porque possuíam este veículo particular. Essa novidade favoreceu a liberdade de escolha de um lugar e tempo de permanência. Nos anos vinte surgiram as primeiras linhas regulares de ônibus.

Na primeira metade do século XX algumas cidades se destacaram na atividade turística dentre as quais Bariloche, na Argentina, fundada em 1902 teve seu crescimento turístico com a chegada do trem; Punta Del Este, no Uruguai foi declarado povoado em 1907 e alavancou na atividade turística no decorrer dos anos de 1920; Em 1907, surgiu Miami Beach nos Estados Unidos que a alcançou seu primeiro grande aumento turístico nos anos 30; no México destacou-se a cidade de Acapulco que começou a crescer nesta área a partir dos anos de 1930 com a aceitação dos turistas americanos. Já no Brasil o Rio de Janeiro se destacou pelas suas belezas e pela construção do luxuoso Hotel Copacabana Palace.

Através a invenção do avião e a criação da aviação civil, ainda no século XX maximizaram o turismo por causa da rapidez e conforto nos deslocamentos.

Vale a pena lembrar que foi Santos Dumont o inventor responsável pelo avanço desta tecnologia. Mais informações no link: http://anytamarques.blogspot.com.br/2011/12/grandes-personagens-da-cultura-popular.html



Turismo XX, O turismo de massa.



Nesta época alguns fatores foram responsáveis pelo crescimento da atividade turística. Dentre os quais o aumento do poder aquisitivo da classe média em países ocidentais; o aumento do tempo livre com mais dias de férias; o necessidade de repouso e o lazer em ambientes naturais por causa de problemas acarretado pelo modo de vida urbano; a diminuição da jornada de trabalho e a criação de férias anuais remuneradas; o avanço das inovações tecnológica na comunicação e no transporte; a diminuição dos preços de transporte e o desenvolvimento de técnicas de publicidade; todos estes fatores aumentaram o interesse pela pratica da atividade turística. 

As facilidades apresentadas à cima foram as causa do aumento de viagens para as mais diferentes localidades. Esta época foi marcada pela massificação do turismo ou o turismo de massa. no entanto o numero excessivo de turistas começaram a causa danos nas cidade receptoras. 

O turismo de massa se firmou com base em viagens designada a uma um grande publico. Estas viagens passaram a ser organizadas por agencias de viagens e operadoras turísticas que incluía todos os serviços necessários a permanecia do visitante como transporte, hospedagem, alimentação e lazer formando assim os pacotes turísticos.

O frete dos transportes, quer disser o transporte reservado para um grupo de turistas especifico, também foi um fator relevante para o fortalecimento do turismo de massa. São os vôos charters, ônibus com serviços de bordo, cruzeiros marítimos, etc.  



O turismo na segunda metade do séc.XX



Neste período o desenvolvimento do turismo foi marcado pela criação de agencias de aluguel de veículos, o segmento rent car. Esta facilitou e incrementou as viagens. Houve também o crescimento das viagens de cruzeiros marítimos transformando-se em um dos segmentos mais promissores do turismo. Os terminais aéreos foram aumentados e modernizados. Desenvolveu a tecnologia de informação.




Na década de 1970 iniciaram os movimentos ambientalistas.  Dentre os quais houve a Conferencia Internacional sobre o meio ambiente no qual alertou os cidadãos sobre a relevância dos cuidados pelo meio ambiente. Esta nova onda de preocupação com as questões ecológicas interferiu no interesse dos indivíduos pelo turismo no meio ambiente natural. 



O mexicano Hector Ceballos Lascurain, criou-se nos ano de 1980, o termo ecoturismo. Um estilo de viagem em áreas naturais que não estejam contaminadas nem perturbadas.  As atividades devem ter como objetivo apreciar, desfrutar e estudar a paisagem, sua flora e fauna, e também as culturas passadas e do presente em tais localidades.


Em 1995, através do Ministério das telecomunicações e Ministério da ciência e tecnologia, houve a abertura da Internet ao setor privado, para a exploração comercial da população brasileira.  

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

O ALFABETO INTERNACIOANL FONÉTICO


O alfabeto fonético é uma ferramenta indispensável para o turismo. É muito utilizado nas agencias de viagens, empresas de transportes e em hoteis, pois permite a correta transmissão de dados dos cliente como nome, sobrenome, nome do hotel, etc.

A- Alfa
B-Bravo 
C-Charlie
D-Delta
E-Eco
F-Fox
G-Golf
H-Hotel
I-India
J-Juliete
K-Kilometro
L-Lima
M-Mike
N-Novembro
O-Oscar
P-Papa
Q-Quebec
R-Romeu
S-Sierra
Y-Tango
U-Uniforme
V-Vitor
W-Whisky
X-Xadrez
Y-Yankee
Z -Zulu

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

O TURISMO E SUAS ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

Turismo interno ou doméstico: é  a denominação destinada para o turismo realizado dentro do próprio país.

Turismo externo ou internacional: Turismo realizado em outros países. Fora do pais de origem.

Turismo emissivo: São atividades programadas, organizadas e efetuada por agencias de viagens ou por qualquer outra instituição que tenha a finalidade de enviar turista para algum destino.

Turismo receptivo: Funciona quando uma localidades, organizações ou empreendimento turísticos detida-se a receber o turistas que chegam a uma localidade.

Turismo de elite: Atividade para um grupo que possui alto poder aquisitivo e que aprecia  ambientes de luxos, caros e sofisticado.

Turismo de massa: é destinado a um número elevado de pessoas que procuram localidades acessíveis financeiramente, ou por agencias que possuem facilidades nas formas de pagamentos.

Turismo coletivo ou organizado é caracterizado pelas atividades programadas, executadas por agências ou organizações que envolvam um grupo de pessoas.

Turismo individual: São atividades relacionadas ao planejamento de viagens sem a utilização de agência ou de qualquer entidade de natureza turística. A própria pessoa decide para onde ir e onde ficar.

Turismo  itinerante: Turismo em que a uma programação da viagem é composta por varias viagens curtas em vários locais, mas numa única viagem.

Turismo de estada: Os turistas se hospedam e realizam um conjunto de atividade em um mesmo local.

LEI QUE REGULAMENTA A PROFISSÃO DE TURISMÓLOGO

Logomarca da profissão de turismólogo.
Finalmente a profissão de turismólogo é regulamentada. Já a muito tempo a categoria vem reivindicando este direito. A presidente Dilma Rousseff aprovou a lei que reconhece a profissão. O decreto foi divulgado no Diário Oficial da União no dia 19 de janeiro desse 2012.

A Lei 12.591, de 18 de janeiro de 2012, considera atividades do turismólogo: planejar, organizar, dirigir, controlar, gerir e operacionalizar instituições e estabelecimentos ligados ao turismo; coordenar e orientar trabalhos de seleção e classificação de locais e áreas de interesse turístico, visando ao adequado aproveitamento dos recursos naturais e culturais, de acordo com sua natureza geográfica, histórica, artística e cultural, bem como realizar estudos de viabilidade econômica ou técnica; coordenar e orientar levantamentos, estudos e pesquisas relativamente a instituições, empresas e estabelecimentos privados que atendam ao setor turístico; entre outras.
Segue a íntegra da lei publicada no Diário Oficial da União:
“Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 2o Consideram-se atividades do Turismólogo:
I – planejar, organizar, dirigir, controlar, gerir e operacionalizar instituições e estabelecimentos ligados ao turismo;
II – coordenar e orientar trabalhos de seleção e classificação de locais e áreas de interesse turístico, visando ao adequado aproveitamento dos recursos naturais e culturais, de acordo com sua natureza geográfica, histórica, artística e cultural, bem como realizar estudos de viabilidade econômica ou técnica;
III – atuar como responsável técnico em empreendimentos que tenham o turismo e o lazer como seu objetivo social ou estatutário;
IV – diagnosticar as potencialidades e as deficiências para o desenvolvimento do turismo nos Municípios, regiões e Estados da Federação;
V – formular e implantar prognósticos e proposições para o desenvolvimento do turismo nos Municípios, regiões e Estados da Federação;
VI – criar e implantar roteiros e rotas turísticas;
VII – desenvolver e comercializar novos produtos turísticos;
VIII – analisar estudos relativos a levantamentos socioeconômicos e culturais, na área de turismo ou em outras áreas que tenham influência sobre as atividades e serviços de turismo;
IX – pesquisar, sistematizar, atualizar e divulgar informações sobre a
demanda turística;
X – coordenar, orientar e elaborar planos e projetos de marketing turístico;
XI – identificar, desenvolver e operacionalizar formas de divulgação dos produtos turísticos existentes;
XII – formular programas e projetos que viabilizem a permanência de turistas nos centros receptivos;
XIII – organizar eventos de âmbito público e privado, em diferentes escalas e tipologias;
XIV – planejar, organizar, controlar, implantar, gerir e operacionalizar empresas turísticas de todas as esferas, em conjunto com outros profissionais afins, como agências de viagens e turismo, transportadoras e terminais turísticos, organizadoras de eventos, serviços de animação, parques temáticos, hotelaria e demais empreendimentos do setor;
XV – planejar, organizar e aplicar programas de qualidade dos produtos e empreendimentos turísticos, conforme normas estabelecidas pelos órgãos competentes;
XVI – emitir laudos e pareceres técnicos referentes à capacitação ou não de locais e estabelecimentos voltados ao atendimento do turismo receptivo, conforme normas estabelecidas pelos órgãos competentes;
XVII – lecionar em estabelecimentos de ensino técnico ou superior;
XVIII – coordenar e orientar levantamentos, estudos e pesquisas relativamente a instituições, empresas e estabelecimentos privados que atendam ao setor turístico.


Art. 5o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 18 de janeiro de 2012; 191º da Independência e 124º da República.
DILMA ROUSSEFF
José Eduardo Cardozo
Paulo Roberto dos Santos Pinto
Gastão Vieira
Luiz Inácio Lucena Adams”


quarta-feira, 20 de julho de 2011

O QUE É REGIONALIZAÇÃO DO TURISMO?

Segundo a Enciclopédia Barsa (1995) a região não se define apenas por um quadro geográfico; necessita possuir uma união satisfatória entre seus habitantes e igualdade de condições que lhes permitam discutir problemas comuns, e características que a distingui das demais regiões. 

A regionalização do turismo foi idealizada pelo Ministério de turismo, com o fim de melhor planejar as ações do turismo, possibilitando uma cooperação e parceria dos segmentos organizados da sociedade, como as instâncias governamentais, empresários, trabalhadores, instituições educacionais, o turista e a própria comunidade. 

Conforme o Ministério do Turismo (2007):

"Regionalizar é converter a ação centralizada, que existe na unidade municipal, numa política mobilizadora capaz de realizar mudanças, tornando o planejamento sistemático e orientando o processo de crescimento local e regional, estadual e nacional de modo articulado e compartilhado".
 
As ações de forma conjunta, têm o objetivo de diversificar a oferta turística, qualificar o produto e ampliar o mercado de trabalho, estruturando os destinos turísticos, aumentando a competitividade do produto turístico no mercado internacional, ampliando o consumo deste produto também no mercado nacional, e por fim fazendo com que o turista seja seduzido a permanecer no local por mais tempo e tenha com um gasto médio no local ou na região onde estará. 

A regionalização do turismo tem como vantagem para o município participante, a divisão dos serviços turísticos buscando alternativas para atingir o desenvolvimento auto-sustentável, pois  municípios próximos podem suprir a carência de infra-estrutura de seus vizinhos , fortalecendo a região como um todo, e permitindo compartilhar os atrativos, favorecendo a permanência dos turistas. 

Em Minas Gerais a idéia da regionalização atraiu interesses dos empresários e do poder público. Foram desenvolvidos três modelos de regionalização: Os Circuitos Turísticos, A Estrada Real e o mais recente, a Associação das Cidades Históricas. 

Circuito Turístico 
Circuito é um agrupamento de município de uma região próxima com semelhanças culturais, sociais e econômicas que reúnem na organização e crescimento da atividade turística regional desde que seja sustentável, através da comunhão continua dos municípios definindo uma atividade regional.  As cidades que compõem os circuitos apresentam identidades semelhantes, dentro da história de Minas.  

Veja a relação dos Circuitos no site: 
http://www.descubraminas.com.br/Turismo/Circuito.aspx

Estrada Real
 
São caminhos que tinham  uma importância oficial, pois era propriedade da Coroa metropolitana. Durante o século XVII os bandeirantes traçaram a Estrada, que antes era uma trilha marcada por índios. Por quase três séculos a Estrada Real, era o principal roteiro para transportar o ouro, diamantes e muitas idéias revolucionárias. Existem  ainda hoje, trilhas calçadas por escravos, bem como monumentos, pontes, cidades, distritos, ruínas, e povoados que preservam um rico patrimônio cultural e natural.  No século XVIII, e também parte do século XIX, quando a  mineração ,já tinha se acabado, os caminhos se tornaram livres e empobrecidos.  

Com o objetivo de organizar, fomentar e gerenciar a oferta Estrada Real foi criado o Instituto Estrada Real – IER. Sociedade civil sem fins lucrativos. O programa é de vital importância para ajudar no desenvolvimento econômico e social sustentável, diminuir as desigualdades regionais, gerar empregos e renda, preservar o patrimônio histórico, cultural, artístico e ecológico dos municípios onde são implantados.  

Marco da Estada Real
A Estrada é conhecida pelo seu potencial no incentivo ao turismo cultural, religioso, histórico, gastronômico, rural, ecoturismo e ao turismo de aventura que acontece no seu entorno, e sua contribuição na implantação ou ampliação de atividades empresariais e melhoria da qualidade de vida dos agentes nos municípios em que atua.


Estrada Real trecho em Acuruí (Itabirito)



Associação das Cidades Históricas de Minas Gerais
Modificação feita por Anita Marques
É um órgão consultivo e deliberativo criado em Maio de 2003, com o objetivo de planejar as atividades turísticas e executar os projetos propostos e formatar produtos turísticos, favorecendo o crescimento financeiro e garantindo a sustentabilidade dos recursos turísticos.
Para isso a associação criou um cardápio de recursos, equipamentos e serviços turísticos  facilitando a criação de roteiros integrados. Vários meios de divulgação foram utilizados para  mostrar os produtos turísticos como folder, cartilha de roteiros, propaganda na televisão e um site www.cidadeshistoricasdeminas.com.br que é fonte de divulgação das cidades filiadas. Contendo a historia, hospedagem, atrativos, cardápio de roteiros,  atividades esportivas e culturais dos municípios participantes.

As cidades foram divididas em 4 regiões. A região das artes contem vocação para as artes como orquestras, coral, congada, seresta e apresenta conjuntos arquitetônicos de valor artísticos, contendo marcas do barroco mineiro. 
  • A região das manifestações, apresentam elementos da identidade mineira dentre os quais as composições do século XVIII, o artesanato, e a Maria fumaça.
  • A região das Riquezas é uma localidade com fortes traços de riquezas naturais e pela riqueza do solo com a concentração de minerais, contem serras, matas e cachoeiras com destaques no cenário nacional. 
  • A região das Historia tem origem privilegiada em plena Serra do Espinhaço, neste local aflora atividades culturais e tem representantes conhecido nacionalmente como Juscelino Kubitschek nascido em Diamantina.
  • A região das Tradições apresenta conhecimentos populares transmitidos de geração a geração, cultura especifica marcada pela criatividade do povo.
Assim a associação das cidades históricas tem a finalidade de promover produtos turísticos específicos e preparados para receber turistas de todos os lugares.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

DIFERENÇAS ENTRE VIAJANTE, VISITANTE, VERANISTA, TURISTA E EXCURSIONISTA

 

Veranista: indivíduos que habitualmente passa o verão fora do local onde reside.

Viajante: São os indivíduos que se deslocam entre dois ou mais lugares dentro ou fora do país.



Visitante: São as pessoas que se deslocam para um lugar diferente de onde mora. O tempo de permanência deve ser inferior a 12 meses.

Excursionista: todo o individuo que em sua viagem permanece um tempo inferior a 24 horas fora do local em que residência, mas sem pernoitar. Com a finalidade de recreio, esporte, saúde, motivos familiares, estudos,peregrinação religiosa ou negócio.


Turistas: toda pessoa, sem discriminação de etnia, sexo ou religião entra em um território contratante diferente do local de residência, com um prazo superior a 24 horas e inferior a 12 meses com o objetivo de lazer, esporte, saúde, motivos familiares, estudos, peregrinação religiosa ou negócio.

sábado, 25 de junho de 2011

PEQUENO DICÍONÁRIO DO TURISMÓLOGO

     
     
  • ABAV: Associação Brasileira de Agência de Viagem
  • ABEC: é um código internacional de hotelaria que identifica um quarto com três camas.
  • ADT Nas companhias aéreas e a sigla para adultos (Passageiros a partir de 12 anos completos)
  • AGT denominação genética que correspondem as agencias de viagens
  • Bording pass Cartão de embargue fornecido pelas Companhias aéreas.
  • CHD-Child: Nas companhias aéreas designa para crianças que tenham de 2 a 12 anos
  • Check in: protocolo efetuado toda vez que alguém da entrada a um serviço turístico. Lugar em que o passageiro apresentar-se para que seja destacado seu cupom de vôo e despachada à bagagem.
  • Check on: formalidade efetuada ao encerrar a utilizar algum serviço turístico.
  • Conexão: Parada onde há a troca de aeronave, equipamento de vôo.
  • Cip: Pessoa importante no ramo de negocio. Comercially Important Person.
  • City tour: Passeio pelos principais atrativos da cidade receptora.
  • Cupom de voo: Via do bilhete de passagem que se utiliza com comprovante de viagem.
  • Circular trip: Viagem de ida e voltas contabilizadas em trajetos distintos. (CT)
  • Dead line:  Prazo final para se confirmar uma reserva em companhias aeres ou em hotéis.
  • Desdobramento: adicionamento de uma ou mais destinos dentro de um roteiro obtido anteriormente: Não há pagamento de diferença tarifaria desde que o bilhete encontrar-se dentro da validade e da rota.
  • Destino: Ultimo município de um roteiro que consta no contrato pelo transporte.
  • Endosso: Autorização expressa em empresa aérea emitente do bilhete, que consente ao possuidor utilizá-lo em outra companhia aérea. Não é realizados em bilhetes promocionais e financiados.
  • Escala: Parada técnica de um transporte aéreo para embarque e desembarque de passageiros e troca de comissária de bordo. O passageiro continha na mesma aeronave.
  • Excursionista: todo o individuo que em sua viagem permanece um tempo inferior a 24 horas fora do local em que residência, mas sem pernoitar. Com a finalidade de recreio, esporte, saúde, motivos familiares, estudos,peregrinação religiosa ou negócio.
  • GDS Sistema global de distribuição. Global Distribution System. É um sistema utilizado largamente pelas agencias de viagem e site de turismo. Fornece consultas e reservas em empresas aéreas, hotéis e locadora de veículos.
  • Go show: Passageiro que apresenta-se para embarcar mesmo sem ter feito reserva. Também chamado de Stand by.  
  • INF –Infantil Nas companhias aéreas são os bebes de colo de 0 à 2 anos.
  • MCO/MPD Miscelaneous Charge Order/Multiple Purpose Document. É um cupom emitido pelas companhias aéreas com o objetivo realizar transferência com o saldo a devolver e permitir o excesso de bagagem.
  • No show: É quando o usuário com reserva confirmada não aparece para embarcar ou para fazer check in na recepção de um hotel.
  • NO SEAT/NS: Sem direito a assento, mencionado quando há passageiro infantil.
  • NET/NETO: Tarifa liquida de um serviço, sem taxa nem comissões.
  • Off/ On season: Baixa e alta temporada.
  • One Way: Viagem cumprida em um único trecho.
  • Op: Ordem de passagem. Documento usado para solicitação de emissão de bilhetes quando o agente não os possui ou não tem autorização para emissão dos mesmos.
  • Open: Bilhete de passagem em aberto, isto é reserva.
  • Origem: Lugar onde se inicia a viagem de um turista, de acordo com o contrato de transporte.
  • Overbooking: Situação em que um prestador de serviço, vende um número de reservas além de sua capacidade. Esta situação está prevista na lei da aviação civil, que permite uma venda de até 20% maior do que os lugares disponivel na aeronave.
  • Pax ou PSGR: Passageiro.
  • PLP: Pay Later Plan- Financiamento oferecido pelas cias. Aéreas em cartão de credito
  • Reembolsos: Reporte total ou parcial do transporte comprado pelo pax referente ao serviço não usado. É feito de acordo com as restrições do contrato efetuado antes do embarque.
  • Round Trip: Viagem de ida e volta calculada em uma mesma rota (RT ou R).
  • Sticker: Etiqueta de remarcação de reserva. Indicada que houve modança na viagem.
  • Stopover: Interupção voluntaria da viagem em um ponto entre origem e destino.
  • Surface: Trecho de transporte de superficie.
  • Time table: Livreto fornecido pelas cias. aereas contendo quadros de horarios, tarifas e outras informações.
  • Toll free: Ligação gratuita fornecida pelas cias, aereas e hoteis.
  • TKT (Ticket): Bilhete de passagem. Docimento comprovatorio de contrato de transporte ajustado entre passageiro e a cias aereas
  • TE: Taxa de embarque.
  • Traslado: Transferencia do pax cidade/ aeroporto ou aeroporto/ cidade.
  • Transfer: Mudança entre duas empresas através de documento interno, após efetuado o check-in.
  • Turistas: toda pessoa, sem discriminação de etnia, sexo ou religião entra em um território contratante diferente do local de residência, com um prazo superior a 24 horas e inferior a 12 meses com o objetivo de lazer, esporte, saúde, motivos familiares, estudos, peregrinação religiosa ou negócio.
  • UM: Unaccompained Minor Menor desacompanhado.
  • VIP: Very Important person. Pessoa muito importante. A designação é aplicada a pessoas que tem certos favorecimento e tratamento diferenciado. Dentre os quais politico, famosos e artistas.
  • VOID: Nulo, sem efeito. Estes cupons de vôo devem ser destacados no ato da emissão do bilhete de passagem.
  • Voucher: cobrança padronizada de um requerimento que prova que o portador tem o direito de usufruir do serviço oferecido. É uma espécie de comprovante ou recibo.
  • Veranista: indivíduos que habitualmente passa o verão fora do local onde reside.
  • Viajante: São os indivíduos que se deslocam entre dois ou mais lugares dentro ou fora do país.
  • Visitante: São as pessoas que se deslocam para um lugar diferente de onde mora. O tempo de permanência deve ser inferior a 12 meses.