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quarta-feira, 8 de abril de 2015

DOWNSIZING & MENCHMARKING


HISTORIA E CONCEITOS



O Downsizing surgiu como uma necessidade de solucionar o excesso de burocracia que se verificava em muitas organizações o que, além da lentidão, dificultava a tomada de decisões e a adaptação às novas realidades ambientais.Um dos criadores do conceito foi o Robert Tomasko.

A técnica Dowsizing foi criado em meados dos anos 80. As empresas na época criaram estruturas gigantescas e com o crescimento da concorrência internacional, obrigou as corporações a realizar um grande esforço para melhorar a produtividade de suas operações.

Nessa época também a flexibilidade e a velocidade eram dois requisitos chaves para o meio da competição entre as empresas. O downsizing significa a redução radical do tamanho da empresa, ou seja, foi criado para racionalização nas empresas através da redução dos níveis hierárquicos (delayering) ou da venda de negócios não estratégicos. Com isso as empresas ganham mais flexibilidades e perdem um pouco a burocracia e ficam mais próximas ao mercado e dos clientes.

Um dos conceitos básicos do Dowsizing é uma técnica voltada para a eliminação da burocracia corporativa desnecessária e sustentada nos quadros administrativos representados pela gerencia , assessoria , pessoal de controle e pessoal de apoio. A base principal do downsizing é o projeto de racionalização planejada em todas as etapas, que deve estar consistente com a visão estratégica, e com isso construir uma organização eficiente e capaz , para instituir práticas que mantenham a empresa mais enxuta possível. Ela foca a hierarquia implantada na constituição

CARACTERÍSTICAS E OBJETIVOS PRINCIPAIS DO DOWNSIZING

O Downsizing tem um projeto de racionalização planejado e de acordo com a visão estratégica dos negócios, as metas globais da organização, e a partir da definição clara de seus objetivos e caraterísticas. São elas:

Redução de custos;
Rapidez na tomada de decisões;
Resposta mais rápida às ações do concorrente;
Comunicação menos distorcida e mais rápida;
Manutenção da orientação para ação com menos análises e paralisia;
Promoção da sinergia dentro da empresa;
Elevação da moral na gerencia geral
Criação do foco nas necessidades do cliente, e não nos procedimentos internos;
Aumento da produtividade dos gerentes;
Competência emocional adequada dos colaboradores;
Habilidade de Comunicação;
Flexibilidade;
Trabalho em equipe e liderança eficiente;
Exigências de colaboradores que sejam especializados em áreas especificam, mas que possuam ao mesmo tempo uma visão generalista;

PONTOS POSITIVOS
Menos hierarquia (layering), proporcionando maior interação dos cargos;
Redução de custos. ( curto prazo);
Menos burocracia dentro da empresa, ou seja, uma empresa mais dinâmica e enxuta, que se comunica com facilidade internamente;
Velocidade nas ações e decisões necessárias dentro da empresa;
Maior preparação e rapidez na resposta aos desafios da concorrência;
Flexibilidade da empresa;
Estreitamente da distância do mercado e dos clientes, garantindo um produto que busca suprir as necessidades dos clientes;
Crescimento da produtividade e dos lucros a longo prazo;

PONTOS NEGATIVOS
Envolve demissões
Possibilidade da queda de qualidade dos produtos e serviços a curto prazo
Possibilidade de abaixar a moral interna, ou seja, menor confiança e satisfação dos funcionários, devido à falta de segurança do cargo.
Sobrecarga de trabalho nos funcionários que permaneceram, pois esses devem cobrir a função que era realizada pelo colega demitido.
Perda dos contatos dos funcionários, ou seja, da "memória" da empresa, o que poderá acarretar na falta de inovação nos serviços e produtos oferecidos aos clientes.
Possibilidade de revolta e violência por parte dos membros demitidos, pode resultar em prejuízos matérias à empresa.
Aumento do estresse e esgotamento dos funcionários e permaneceram na empresa, acarretando maiores despesas com departamento médico.´

VALIDADE/APLICAÇÕES DA ESTRATÉGIA NAS EMPRESAS DO TURISMO

DOWNSIZING

A aplicação do downsizing nas empresas de turismo teve inicio na década de 90, da mesma forma como aconteceu com outras empresas de diferentes setores.

No setor de turismo o downsizing aparece de forma diferente das demais empresas, pois os empregadores de turismo tendem a resistir à política de demissões, pois estes investem alto em contratações e treinamento de pessoal, as demissões no setor ocorrem muito quando, por exemplo, o setor passa por uma crise, como por exemplo, a crise aérea, que gera prejuízos também as agencias de viagem e aos hotéis, gerando uma crise em cadeia. Assim os empregadores muitas vezes têm que cortar funcionários para diminuir estes prejuízos. O setor de turismo usa também a opção de trabalhos temporários, por exemplo, os estagiários, que já entram na empresa com um contrato por um período determinado, aliviando assim contratações e a burocracia que estas gerariam a empresa. Estas ações visam diminuir a rotatividade, aumentar a produtividade e evitar mais demissões e prejuízos com a perda de funcionários. 

 BENCHMARKING

 HISTORICO, CONCEITOS E OBJETIVOS DE BENCHMARKING.
 
Pode-se dizer que o processo de benchmarking foi inserido no ambiente de negócios pela Xerox, Ford, IBM, que o definiu como "o processo contínuo de medirmos nossos produtos, serviços e práticas com os mais fortes concorrentes ou com as companhias reconhecidas como líderes da indústria".

O Benchmarking tem como ideia principal "economia" de tempo e trabalho, que no caso siginifica "copiar" modelos de outras empresas, mas essas cópias nunca serão iguais, e sim adaptadas e aprimoradas com o intuito de evoluir a ideia original. É um processo gerencial permanente , e requer coleta e análise do que há de melhor externamente em uma empresa , onde possam fazer de suas decisões a comunicação em todos os setores e níveis do local de trabalho. O Benchmarking também é visto como abordagem de planejamento estratégico , ou seja, é um processo que permite realizar comparações de processos e práticas para identificar o melhor do melhor e alcançar o objetivo principal que é a superioridade ou vantagem competitiva.

Esse conceito surgiu como uma necessidades de informações e vontades de aprender depressa .Essa competitividade só deu início , pois as empresas queriam uma ser melhor do que as outras , então surge junto o aprimoramento nos setores de processos, produtos e serviços que visam oferecer alta qualidade com baixo custo e assumir a liderança do mercado onde atua.

Possuem quatro tipos de Benchmarking, são eles:

Benchmarking competitivo, que se caracteriza por ter metas específicas as práticas do seus concorrentes .
Benchmarking interno, que é a busca dos melhores resultados , que ocorrem junto a prática na organização em setores diferentes .Esse é o tipo mais usado , segundo pesquisas feitas em empresas.
Benchmarking genérico , é usado na maioria das empresas do mesmo porte , como desde a entrada de seu pedido até a entrega ao cliente , esse processo também atravessa várias funções da organização.
Benchmarking funcional, é baseado em função específico , podendo ser usado ou não na organização ,e serve também para obter informações sobre as atividades bem definidas.

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO BENCHMARKING
 
Impõe o pensamento de que "ninguém é melhor em tudo, ou seja, copiar modelos de outras empresas significa economizar tempo e trabalho". Porem essas cópias nunca serão iguais, elas sempre serão modificadas, ajustadas e aprimoradas com o intuito de promover a evolução da idéia original;
Processo contínuo e sistemático;
Processo baseado na interatividade;
Processo investigativo, a fim de conseguir informações valiosas para o sucesso da organização;
Processo Voltado para a aprendizagem com outras pessoas;
Processo pró-ativo;
Processo Prospectivo;
Ferramenta viável e de baixo custo, podendo ser implantado em qualquer tipo de empresa e organização e aplicável a qualquer processo;

PONTOS POSITIVOS
Possibilita a eliminação de falhas existentes na empresa
Promove a melhoria na eficiência do produto ou setor da empresa.
Busca a redução de custos na produção ou realização de alguma função.
Melhoria na qualidade , para dar maior satisfação ao consumidor.
Realiza projetos pra desenvolvimento futuro da empresa.
Promove uma continua melhoria em todos os setores da empresa, em que e realizada.
Usa a concorrência como fonte de idéias e aprendizagem, canalizando tudo para o aperfeiçoamento ou inovação do produto.

PONTOS NEGATIVOS

O fato de a técnica Benchmarking ser uma técnica bem elaborada, estruturada e moderna, possuindo poucos pontos negativos. São eles:
Requer uma manutenção constante,por isso e necessário manter sempre as pesquisas atualizadas.
Demanda custos para manter as informações atualizadas.

VALIDADE/APLICAÇÕES DA ENTREGA NAS EMPRESAS DO TURISMO

BENCHMARKING
 
Benchmarking é um processo de busca de novos referenciais, e que propõe uma atualização constante, a busca de novas e melhores práticas tendo como objetivo ajudar as empresas e empreendedores a se adequar a sua oferta introduzindo inovações além de boas instalações, equipamentos e práticas de gestão. No caso do turismo o uso desta estratégia visa melhorar o recebimento e o serviço prestado ao turista que viaja, além de desenvolver os destinos de forma competitiva e sustentável, seguindo exemplos de sucesso de outros destinos.

No setor de turismo o principal órgão a apostar no benchmarking foi o Ministério do Turismo que sempre promoveu várias ações em prol da cadeia produtiva do turismo, com destaque para vários projetos de benchmarking, considerados pioneiros no País. No turismo as ações de benchmarking já demonstram eficácia.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

OS DESAFIOS DO ECOTURISMO



As questões relacionadas ao meio ambiente passaram a ganhar relevância na Conferencia Mundial do Meio Ambiente em 1978, onde foram realizados acordos que visam o desenvolvimento sustentável. Nesta conferencia procurou-se analisar a compreensão da realidade ambiental, levando em consideração aspecto político, econômico, ético, social, cientifico, cultural, ecológico, histórico e tecnológico.

Desde então, verificou-se a importância de estabelecer meios para a preservação do meio ambiente. Dentre as quais, a definição de metas para a diminuição de gazes nocivos ao ambiente, o desenvolvimento de maneiras adequadas para o tratamento do lixo, despoluição dos rios, diminuição das queimadas, substituição das formas convencionais de energia para a fontes limpa e renovável. Destaca-se a educação ambiental como método permanente e continuo na busca de um desenvolvimento voltado a preservação do meio ambiente, dentre os mecanismos desenvolvido para a conscientização ambiental esta o ecoturismo.

A finalidade do ecoturismo é conciliar a atividade turística com o meio ambiente de forma a conserva-lo, permitindo o turista obter um contado com a natureza e a cultura, buscando educar as pessoas envolvidas por meio da interpretação do meio. Os visitantes se relacionam com o espaço e os residentes de forma conscientente. Embora este segmento permite utilizar os recursos naturais e culturais de modo sustentável há uma má utilização deste termos que é as vezes é confundido com o turismo de aventura.

2. DESENVOLVIMENTO

No século XIX, houve uma valorização dos recursos naturais, provocando um novo comportamento diante das áreas naturais.  Costa (2002, p. 28) demonstra que o ecoturismo foi inicialmente definido como um retorno às origens do homem ao meio natural em seu estado primitivo. Posteriormente, em 1992, o Congresso Mundial de Ecoturismo conceituou a atividade como, turismo destinando a apreciação da natureza através do conhecimento e interpretação dos valores naturais e culturais presente, permitindo a integração com a comunidade local, de modo a minimizar os impactos negativos.

O turismo tornou-se uma atividade econômica fundamental para o desenvolvimento de um país, uma peça importante de preservação do meio ambiente e do manejo adequado para o desenvolvimento das atividades apropriada, ou seja a busca da sustentabilidade. Segundo Lustosa (2005) As atividades relacionadas ao lazer e ao turismo vem ganhando relevância, tornando-se um dos setores que mais crescem no mundo, mobilizando recursos e criando novos espaços turísticos. Dentre os espaços inseridos nas leis ambientais brasileiras esta a Reserva Particular do Patrimônio Natural- RPPN que são áreas particulares destinadas a conservação ambiental pelo uso sustentável.

Lustosa (2005) enfatiza a importância dos eventos internacionais para um novo posicionamento ambiental ao analisar que ate 1989 as RPPN não poderiam ser consideradas áreas protegidas, com ECO-92 restabelece o interresse pelo turismo ecológico que já era praticado por um relevante número de pessoas. Este tipo de atividade turística recebeu a designação de ecoturismo ao sofrer influências ambientalistas e ao impregnada conceitos conservacionistas.

Embora as RPPNs tenha a finalidade de explorar os lugares de maneira sustentável, Lustosa (2005) expõem as principais dificuldade em aplicar os princípios do ecoturismo. Nas RPPNs são permitidas atividades de interesses científicos, culturais, educacionais, recreativo e de lazer, porem o lazer compreendido como uma atividade comercial.  enfraquece a finalidade do ecoturismo. Observa-se que este é transformando em um item para relações publicas, pois o ecoturismo é uma forma de criar uma boa imagem da empresa. Muitas vezes o mercado não distingui turismo de aventura e ecoturismo, vendendo pacote de forma errada. Como observado por Lustosa (2005) Quando uma região demonstra forte valorização torna-se consumível e o que pode ser verificado nestes lugares e a turistificação que é a assimilação do lugar pelo turismo. Este se artificializam quando há uma maior preocupação com os visitantes do que o ambiente.

De acordo com Lustosa (2005) O ecoturismo é entendido como uma alternativa para regiões fraca economicamente, por esta impregnado de ideologias ambientalistas que tem a finalidade de promover a sustentabilidade, porem os diversos projetos denominados como ecológicos tem este objetivo como fachada, pois, ao perceber o grande potencial natural, o interesse econômico sobrepõem-se ao social, cultural, ecológica, política e a espacial visto que estas dimensões deveriam interagir-se é não uma impor-se a outra.

Costa (2002, p. 79) declara que a ausência de planejamento e fiscalização é a causa dos prejuízos ambientais, transformando a atividade ecoturismo em turismo predatório. Ao atraírem empreendedores inescrupulosos que pretende obter lucro rápido, verifica-se pouco interesse pela conservação ambiental. Assim há o desenvolvimento do comercio ilegal de aves e plantas, ampliação da procura inrregular dos atrativos gerando estresse ambiental e aumento da poluição ambiental.    

A superação dos aspectos econômicos tem desfavorecido estudos sobre a realidade dos aspectos relacionado a natureza, a cultura e aos psicossociais. Fatos que segundo Lustosa (2005) afeta diretamente as populações tradicionais ou residente, pois a implantação das áreas de conservação negligencia os modo de subsistência da população residente, considerando estas prejudiciais ao meio ambiente. Assim não dispõe de outra alternativa para esta. Marginalizando a população do processo turístico não obedecendo o direito de participação da comunidade .

3.Conclusão


O ecoturismo apresenta inúmeras vantagens quando aplicado de forma correta, ou seja, respeitando a integração do social, natural e econômico. Alem de ocasionar uma mudança de comportamento que ira contribuir para a preservação do meio ambiente.

A forma correta, de estabelecer o ecoturismo e manter um planejamento constante nas áreas naturais, analisando os eventuais erros e propondo ações para o futuro. Uma das formas de planejamento é Plano de Manejo nas Unidades de Conservação e a criação de sedes que irão gerencias estas áreas. Outro ponto importante e a verificação das leis vigente e o entendimento do que seja o ecoturismo, por parte da população, porque este tipo de turismo, geralmente é confundido com turismo de aventura. As pessoas devem esta consciente de sua participação na atividade turística, pois a população é um dos fatores de sucesso desta atividade. 

Costa (2002, p. 73) pontua algumas considerações que garante o desenvolvimento do ecoturismo. Dentre as quais: contribuir para o crescimento sustentável das áreas adjacentes e de seus moradores; verificar as especificações de cada local, pois cada um precisa de estratégia, princípios e políticas especificas; deve estabelecer critérios em que permita a obediência de todos; efetivar a colaboração da comunidade no desenvolvimento do planejamento, gestão e regulamentação; os atores devem estar bem informados e conscientes dos possíveis impactos negativo;  o planejamento das infra estrutura e os sistema de comunicação deve ser realizadas de modo a minimizar impactos negativos.    

Referências

Lustosa, Isis Maria Cunha. RPPN, Eco turismo, Populações Tradicionais: Dilema de uma Política de área Particulares Protegidas, Disponível em: http://www.revistas.ufg.br/index.php/bgg/article/viewArticle/4111 Acessado em 05 out.2009.

Costa, Patrícia Cortes  Ecoturismo São Paulo: Aleph,2002 .4.ed

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

SINALIZAÇÃO TURÍSTICA

Resumo do site: http://www.bancodevideos.turismo.gov.br/guia/conteudo/principal.html

Consiste em um tipo de comunicação feita através de placas destinadas a orientar os indivíduos numa determinada região turísticas. Estas são colocadas consecutivamente por toda a extensão do trajeto e apresentam mensagens escritas, pictogramas e setas.



A sinalização turística é fundamental para avisar os transeuntes da localização dos atrativos turísticos. Não só direciona-os como também orienta sobre os melhores acessos e a distancia a ser percorrida. Assim facilita o deslocamento e assegura o fluxo com mais segurança. Contribuindo para a propagação das informações sobre o patrimônio e para a expansão da atividade turística.



As mensagens são elaboradas tendo como base do Sistema Referencial Turístico. O Sistema Referencial turístico é composto por um grupo de atrativos, firmado pelos seus distintos valores cultural, histórico, natural ou de lazer, cuja a classificação deve envolver aspectos expressivos na sua diferenciação ou identificação.



Para definir o que será sinalizado é necessário fazer um levantamento ponderado de todos os atrativos disponíveis, identificando seu potencial turístico e os estado de conservação. Depois verificar sua distribuição no entorno que será sinalizado. Se estão centrados ou espalhados ou as duas coisas. Esta analise vai auxiliar na elaboração da estratégia de sinalização.



Posteriormente os atrativos catalogados são hierarquizados seguindo os critérios de atratividade, atendimento e alcance dentro do local, nas cidades, próximo as rodovias ou distribuídos de outras formas. Também se deve considerar o segmento do turismo explorado para aplicar a mensagem adequada.



Assim podemos concluir que esta ferramenta é um dos elementos essenciais no conjunto de infra-estrutura turística. Busca fomentar o turismo, por meio de democratização do acesso, ocasionando a geração de empregos, e divisas. 

Para mais informação acessem: http://turismo06.blogspot.com.br/

                                                http://anytamarques.blogspot.com.br




Exemplos de Placas



Placa na Av. Augusto de Lima pertencente ao SESC Palladium. Ela mostra um lugar dedicado a apresentações artísticas. Os 4 pictogramas desenhados representam  expressões artísticas, a música, a pintura, o teatro e a literatura.




Placa posta na Avenida Afonso Pena e que indica o caminho para se chegar a Praça da Liberdade. Atualmente a praça não é apenas um local de passeio, mas também um circuito cultual, visto os prédio que encontram ao seu redor.


Placa localizada bem em frente a igreja e serve para orientar as pessoas o nome do templo.


Placa ao lado do parque municipal que serve para informar, em dois idiomas, a existência do atrativo. Essa também foi implantada na Av Afonso Pena, Belo Horizonte.








Sinalização posta exatamente ao lado do prédio. A placa encontra-se na Afonso Pena, Belo Horizonte, e está escrita em duas línguas. 



Placa que contém três informações importantes na Av Afonso Pena,  Belo Horizonte. A primeira não é uma placa que faz referencia a um atrativo turístico e sim alerta sobre a existência de um centro de atendimento médico; a segunda indica a direção para o centro de conversões, Minascentro e a terceira mostra para que lado está o mercado central.









Pedestal informativo em frente ao parque municipal, na av. Afonso Pena. A esquerda percebe-se o “i” que quer disser informações Turística. A informação se repete na parte escrita. A direita está a construção indicada.




 


Pouco antes do centro de informação turística há esta placa escrita em três línguas.


Placa posta na av. Afonso Pena e que indica um dos atrativos encontrado dentro do Parque Municipal, o Teatro Francisco Nunes.








Placa que faz referencia a lugares de grande importância turística em Belo Horizonte. A Pampulha conhecida pelo seu conjunto arquitetônico idealizado por Oscar Niemeyer e o Mineirão local de eventos principalmente ligado ao futebol.


Placa com teor de hospitalidade dando boas vindas ao visitante, ao passo que informa qual é o local em que se encontra, no caso Serra do Cipó e a cidade Santana do Riacho-MG




Placa localizada na rodovia MG 356 direção Itabirito. Essa contém duas referencia pictográficas. A primeira indica a presença de um patrimônio natural, enquanto que a segunda refere-se a existência de uma cachoeira. Já a parte escrita nos informa que o local sinalizado é uma Estação ecológica.

A Estação Ecológica tem a função de preservar a natureza, além de permitir a atividade cientifica. Nesta forma de proteção é proibida a visitação publica, exceto quando está possui finalidade educativa. 



Placa que indica uma das cidades pertencente à Estrada Real, Itabirito. Nela podemos identifica pictografia dessa e outra que se refere à cachoeira. A sinalização está próximo a rodoviária da cidade comentada.